RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

18/07/2017

Distritão

‘Distritão’, Janot e violência no Rio nas manchetes de 18/07/17

Deputados querem incluir na reforma política modelo de votação que pode dificultar a renovação da Câmara

Por Da redação

access_time18 jul 2017, 07h38

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(Montagem/VEJA.com)

Um acordo entre deputados para criar o ‘distritão’ e garantir novo mandato está na manchete do Estado de S.Paulo nesta terça-feira. Pelo sistema, seriam eleitos os candidatos mais votados em cada Estado. Intenção dos parlamentares é incluir na reforma política modelo de votação que pode dificultar a renovação da Câmara. Na Folha de S.Paulo, reportagem principal destaca declaração do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nos Estados Unidos. Janot disse não ter pressa para apresentar nova denúncia contra o presidente Michel Temer. A violência na Linha Vermelha do Rio de Janeiro é tema da manchete do Globo.

Estado de S.Paulo
Deputados querem ‘distritão’ para garantir novo mandato
Deputados de PMDB, PSDAsdos do Centrão fizeram acordo para incluir na proposta de reforma política artigo que cria o “distritão”. Pelo sistema, seriam eleitos os candidatos mais votados em cada Estado. No sistema proporcional, soma-se o número de votos de todos os candidatos e na legenda e, a partir daí, define-se quantos assentos o partido terá direito. O “distritão” é visto pelos atuais deputados como forma de tentar assegurar a própria reeleição. 

Folha de S.Paulo
Janot diz não ter pressa em nova denúncia contra Temer
O procurador-geral da República disse não ter pressa para apresentar nova denúncia contra Temer. “Se alguma investigação estiver madura até 15 de setembro [último dia útil do procurador no cargo], ofereço a denúncia”, afirmou. Em evento nos EUA, Rodrigo Janot disse que aceitaria “com a maior naturalidade” eventual rejeição pela Câmara da abertura de investigação contra Temer com base em denúncia por corrupção passiva apresentada por ele.  

PF apura ligação entre Conmebol, empresa aérea e Chapecoense
Autoridades investigam se equipes brasileiras eram obrigadas a usar serviços da companhia.

O Globo
Travessia de alto risco
Fechada duas vezes no domingo por causa de tiroteios, a Linha Vermelha já teve de ser interditada 14 vezes este ano devido à troca de tiros junto às pistas, segundo a CET-Rio. Houve pelo menos um evento de risco, como tiroteios e arrastões, a cada cinco dias. Sem poder de reação, o batalhão de vias especiais sofreu redução de 200 policiais desde janeiro. 

Valor Econômico
TRF mantém desoneração para 150 mil companhias
As cerca de 150 mil empresas representadas pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) poderão continuar a recolher a contribuição previdenciária sobre a receita bruta (CPRB) até dezembro.

Jornal do Commercio
Semestre com saldo positivo de empregos
Brasil contratou mais do que demitiu nos seis primeiros meses deste ano, o que não ocorria desde 2014. Foram 7.523.289 contratações e 7.455.931 demissões no período. No acumulado de doze meses

MARANHÃO CONTRA O GLRUCOMA

Jornal Pequeno

O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Mutirão do Glaucoma realiza atendimentos nas regionais de Pinheiro, Zé Doca e Santa Inês

O Mutirão de Combate ao Glaucoma favorece o diagnóstico precoce dessa doença, que pode não apresentar sintomas aparentes e, inclusive, causar cegueira irreversível.

Fonte: Governo do EstadoData de publicação: 18/07/2017Tags: mutirão do glaucomaPrograma do Glaucoma

Foto: Reprodução

Os municípios das regionais de saúde de Pinheiro, Zé Doca e Santa Inês recebem, de sexta-feira (14) a domingo (16), ações do Mutirão do Glaucoma. O programa, executado pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem como objetivo prevenir a população da doença, assim como realizar o diagnóstico precoce.

Somente estado do Maranhão, o Programa do Glaucoma, que realiza os mutirões em cada regional de saúde, já realizou 41.216 atendimentos. De acordo com a secretária adjunta de Assistência à Saúde da SES, Teófila Monteiro, a importância dos mutirões é que garantem o acompanhamento dos pacientes diagnosticados com glaucoma, contribuindo para que eles não abandonem o tratamento.

“A grande importância do Programa do Glaucoma é que ele leva esses serviços a regiões onde eles não estão disponíveis e é um programa que tem continuidade. Os pacientes que são diagnosticados e que precisam de tratamento ou cirurgia passam a ser acompanhados pela SES, pois o programa sempre retorna às cidades”, explicou.

A secretária adjunta ressalta a importância dos pacientes cadastrados participarem do mutirão. “A gente pede que os pacientes que se cadastraram não deixem de ir. Procurem as unidades onde as equipes estarão trabalhando e participem do mutirão, pois os exames são importantes não só para cuidar de quem já tem glaucoma e outras doenças da visão, mas também para prevenir que estas venham a aparecer futuramente em pacientes que aparentemente estão bem”, ressaltou Teófila Monteiro.

Glaucoma

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma é responsável por 10% dos casos de cegueira. A doença é ocasionada pelo dano no nervo óptico devido ao aumento da pressão nos olhos. Estima-se que entre 2% e 3% da população brasileira acima de 40 anos possam ter a doença, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Doenças como diabetes, hereditariedade, miopia e lesões oculares são as principais causas do glaucoma.

Na maioria dos casos, o glaucoma atinge os dois olhos e é a herança genética que influencia no aparecimento da enfermidade. As pessoas com mais de 50 anos, com histórico familiar da doença, afrodescendentes e pacientes com pressão do olho elevada devem se submeter a um exame oftalmológico para verificar a existência do glaucoma. Porém, a doença não é exclusiva de pessoas acima desta idade.

O Mutirão de Combate ao Glaucoma favorece o diagnóstico precoce dessa doença, que pode não apresentar sintomas aparentes e, inclusive, causar cegueira irreversível. A ação é voltada para atender pacientes do grupo de risco, que inclui pessoas acima de 40 anos, com a pressão intraocular elevada, histórico familiar de glaucoma e portadoras de doenças como diabetes, hipertensão e hipertireoidismo.


OPERAÇÃO IMPLACÁVEL POR PROCIDEMENTO

Operação ‘Busca Implacável’ faz mais de 60 mil procedimentos em coletivos

O foco do trabalho policial é o monitoramento dos pontos mais vulneráveis como paradas em locais considerados de grande risco de assaltos e nos pontos finais.

Fonte: Governo do EstadoData de publicação: 17/07/2017Tags: OPERAÇÃO "BUSCA IMPLACÁVEL"

Foto: Reprodução

Abordagem e revista a pessoas, monitoramento em paradas, apreensão de drogas e armas, condução de suspeitos a delegacias são algumas das ações da operação ‘Busca Implacável’ para combater crimes em coletivos. Iniciativa da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), a operação é realizada pela Polícia Militar por meio do Batalhão Tiradentes, em ações na Região Metropolitana de São Luís. No primeiro semestre deste ano, a ‘Busca Implacável’ contabilizou mais de 60 mil procedimentos em ônibus.

“É uma operação de rotina e permanente e que tem demonstrado seu efeito, uma vez que, ao notar o policiamento nos coletivos, a tendência dos suspeitos é frear a ação criminosa”, destacou o comandante do Batalhão Tiradentes e coordenador da operação, tenente-coronel Marques Neto. “Trata-se de um trabalho contínuo, no qual temos nos debruçado para garantir a tranquilidade e a segurança aos usuários desse serviço público”, disse.

O foco do trabalho policial é o monitoramento dos pontos mais vulneráveis como paradas em locais considerados de grande risco de assaltos e nos pontos finais. São realizadas fiscalização com barreiras fixas em avenidas estratégicas de fluxo intenso e com histórico de registros de assaltos. O grupamento militar atende ainda demanda de ocorrências, reforçando e prestando apoio às demais iniciativas de combate a este tipo de crime.

O número de incursões nos ônibus é medido a partir do registro em cartões magnéticos. Os equipamentos foram elaborados pela Segurança Pública em conjunto com técnicos da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT). “A cada passagem do dispositivo pelo aparelho instalado nos ônibus as informações são enviadas ao sistema da polícia e a partir daí é construído o relatório do dia de operação das equipes”, pontuou Marques Neto.

As ações da operação foram ampliadas e dobraram o número de abordagens nos ônibus. Durante a operação, a meta é abordar no mínimo 20 coletivos por dia. São destacados para a operação efetivo de todos os setores da Polícia Militar – batalhões, motos, viaturas e cavalaria – e também é realizada parceria com a Polícia Civil no registro de denúncias e investigação dos casos que chegam às delegacias. A população pode colaborar com informações pelo whatsapp do Batalhão Tiradentes: (98) 98876.0176.

Lava Jato em São Luís

Advogado preso pela Lava Jato em São Luís é dono de patrimônio luxuoso

O advogado estava prestes a comprar o Sistema Difusora

Fonte: MetropolesData de publica

Foto: Reprodução

Personagem brasiliense enredado na delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS, teve uma ascensão financeira meteórica – e um tanto quanto questionável. Willer Tomaz de Souza foi preso em 18 de maio pela Polícia Federal durante a Operação Patmos e, na terça-feira (6/6), acabou denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por corrupção ativa, violação de sigilo funcional qualificada e obstrução à investigação de organização criminosa.

O advogado é de origem humilde, mas acumulou, em apenas nove anos de exercício profissional, um notável patrimônio. E ele não faz questão alguma de esconder seus “brinquedos” de luxo.

Willer foi detido em São Luís (MA) durante a negociação do Sistema Difusora, maior conglomerado de comunicação no estado.

De lá, acabou transferido para o DF. Ele está há mais de 20 dias no alojamento do Núcleo de Custódia da Polícia Militar, localizado Papuda: uma prisão de luxo para os parâmetros do complexo penitenciário, onde advogados e ex-policiais igualmente enrolados com a Justiça aguardam julgamento. Até ser pego pela PF, o brasiliense circulava por Brasília ao volante de carros importados.

Uma Ferrari e uma BMW X-6, cujos modelos mais completos giram em torno de R$ 600 mil, fazem parte da coleção do advogado. Ele também investiu em imóveis que impressionam pela ostentação. Duas das propriedades compradas por Willer Tomaz, há cerca de um ano, são faraônicas e estão localizadas em uma mesma rua, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.
Os imóveis ficam no chamado Balneário Santa Maria, uma região próspera que em tudo destoa da aridez habitual dos humildes bairros do Entorno. Trata-se de um oásis com casas suntuosas em propriedades à beira da Lagoa Formosa.

Nesse cenário bucólico e paradisíaco, perto do espelho d’água, Willer ergueu um complexo de lazer para familiares e amigos. No lote em frente, construiu seu recanto particular: uma mansão luxuosa, encravada no terreno com mais de 20 mil metros quadrados. Juntas, as duas propriedades custariam cerca de R$ 2,5 milhões, segundo funcionários de chácaras vizinhas e agentes imobiliários.

A propriedade às margens da Lagoa Formosa é quase um parque de diversões (veja vídeo abaixo). Oferece aos visitantes, entre outros confortos, um campo de futebol cujo gramado não deve em nada às melhores arenas brasileiras construídas para a Copa do Mundo 2014. Para manter sua vitalidade, a grama é regada e aparada semanalmente.

Apesar de contar com estruturas de alvenaria, a arquitetura da propriedade abusa das construções em madeira. O local chama atenção pelo belo paisagismo e por seus lagos artificiais ornamentados com moinhos hidráulicos. Varas de pescar ficam à disposição dos frequentadores amantes da pescaria.

Nos fundos da propriedade, a ostentação continua. Uma espécie de garagem protege embarcações dos efeitos do tempo. Já dentro do reservatório que banha o sítio, foi construído um refeitório sobre palafitas. Quem faz as refeições no local desfruta de uma vista incrível da lagoa e da marina.

Começo em Taguatinga

Antes de transitar com desenvoltura entre os poderosos dos mundos político, empresarial e do direito, Willer tocava um modesto empreendimento em Taguatinga, a Willer Informática, aberta em 1999, na comercial do Setor D Sul. Mas o negócio acabou quebrando e ele partiu para uma segunda opção: estudar direito e se formar advogado.

Aberto em 2010, o escritório nasceu em berço de ouro. A sede funciona em luxuosa casa no Conjunto 4 da QI 1 do Lago Sul (fotos abaixo). É o mesmo imóvel que abrigou a “República de Ribeirão” – em referência ao ministro da Fazenda do primeiro governo Lula, Antônio Palocci, ex-prefeito do município paulista e hoje preso no âmbito da Lava Jato. Segundo as denúncias do Mensalão, seria ali que integrantes do governo negociavam e confraternizavam com lobistas em festas animadas por garotas de programa.

Denunciado

O depoimento de Joesley Batista ao Ministério Público Federal, que ajudou a PF a prender Willer Tomaz, dá pistas de como ocorreu a ascensão profissional e patrimonial do advogado. Ele vendia influência e contatos com figuras proeminentes na política e no meio jurídico. Para a JBS, alardeou proximidade com o juiz substituto da 10ª Vara Federal de Brasília Ricardo Soares Leite, onde tramitam ações da Operação Greenfield, um dos braços da Lava Jato e que tem a JBS entre os alvos.

Também teria pedido mesada de R$ 50 mil para o procurador da República Ângelo Goulart Vilela, igualmente preso pela PF e suposto contato usado por Willer para obter informações privilegiadas da Lava Jato e repassá-las à JBS. Na mesma denúncia à Justiça contra o advogado brasiliense, a PRG denunciou o procurador pelos crimes de corrupção passiva com causa de aumento de pena, violação de sigilo funcional qualificada e obstrução à investigação de organização criminosa.

Para o MPF, não restou “sombra de dúvida de que Ângelo e Willer deixaram clara sua atuação em favor dos interesses da J&F (holding controladora da JBS), funcionando como verdadeiros defensores dos interesses do grupo econômico, valendo-se” da condição de Ângelo, procurador da República e então membro da força-tarefa da Operação Greenfield (desdobramento da Lava Jato), que ‘praticou e deixou de praticar atos de ofício.’”

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