RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

25/05/2017

FLAVIO DINO E ALIADOS ESTÃO COMPROMETIDOS NA LAVA JATO


Flávio Dino e seus aliados Rubens Pereira Júnior, Weverton Rocha, Julião Amin e Deoclides Macedo
Flávio Dino e seus aliados Rubens Pereira Júnior, Weverton Rocha, Julião Amin e Deoclides Macedo
Apontar o dedo em riste e sem enxergar seu próprio umbigo, já virou uma marca do governador Flávio Dino e de seus aliados.
Comprometidos na Lava Jato, Flávio e seus amigos políticos esbravejam em discursos, entrevistas e nas redes sociais contra os investigados pela Polícia Federal.
Mas nenhum deles sabem explicar suas relação com os próprios investigados. O governador, por exemplo, até hoje não soube dizer como recebeu dinheiro de campanha de empresas alvos da Lava Jato.
A mesma coisa os parlamentares ligados a Flávio Dino, inclusive seu secretário Julião Amin. Todos receberam doação da JBS.
E o mais grave é que o próprio dono do grupo empresarial, Joesley Batista, já disse que pagou propina a partidos por meio de doações eleitorais.
Em delação à PGR (Procuradoria-Geral da República), o empresário disse ter pago R$ 400 milhões em propina disfarçada de doação oficial.
Flávio Dino e seus aliados Rubens Pereira Júnior, Weverton Rocha, Julião Amin e Deoclides Macedo receberam doação da JBS.
E a única coisa que eles dizem, como se fosse um coro é: “não se deve criminalizar a doação lícita de campanha.”

GOVERNADOR SEENCONTRA COM VEREADORES EM IMPERATRIZ

“Marco de uma nova era no Maranhão”, diz presidente da Câmara de Imperatriz sobre Encontro com Vereadores


“O governador Flávio Dino faz muito bem em acolher os verdadeiros representantes do povo por meio desse evento”, diz o presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, José Carlos Soares, sobre o Encontro com Vereadores e Vereadoras, que acontece no Centro de Convenções Pedro Neiva, no Multicenter Sebrae, em São Luís, no próximo dia 30.
Promovido pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação e Assuntos Políticos (Secap), o evento tem como objetivo reunir vereadores dos 217 municípios maranhenses para divulgação da plataforma política do governo e troca de experiências exitosas.
Para José Carlos Soares, o encontro é uma oportunidade de aprendizado para legisladores de todo o estado, principalmente para aqueles que iniciaram seu primeiro mandato. “Há um grande número de vereadores inexperientes que, ao participarem de um encontro como esse, podem obter mais conhecimento e fazer uma legislatura melhor”, afirma.
De acordo com Soares, a Câmara de Vereadores de Imperatriz ajudou a promover o encontro em 23 municípios vizinhos. “Muitos vereadores dessas cidades onde ajudamos a divulgar o evento já estão se inscrevendo, e também temos vereadores nossos com participação confirmada”, diz.
Soares elogia, ainda, a abertura do atual governo para dialogar com vereadores: “O governador Flávio Dino marcou uma nova era no Maranhão ao dar assistência e apoio aos legisladores maranhenses, que conhecem de perto os problemas das cidades”.
Inscrições
O Encontro com Vereadores e Vereadoras 2017 está com inscrições abertas até o próximo dia 25. Os interessados devem acessar o endereço eletrônico: http://www.ma.gov.br/ encontrodevereadores/ para garantir sua participação e obter mais informações, como a programação do evento.

VINHO LEVA RISCO A CÂNCER DE MAMA


Meia taça de vinho por dia eleva risco de câncer de mama

Segundo um novo estudo, meia taça de vinho ou um copo pequeno de cerveja já é o suficiente para aumentar o risco de câncer de mama

vinho já foi associado a diversos benefícios para a saúde, principalmente no que diz respeito ao coração. Mas um novo estudo, realizado pelo Fundo Mundial para Pesquisas sobre Câncer, sugere que meia taça da bebida – ou um copo pequeno – por dia já é o suficiente para aumentar o risco de câncer de mama em mulheres.
Na verdade, neste caso, o dano está associado ao álcool e não à bebida em si. Um copo pequeno de cerveja por dia também foi associado ao aumento do risco do tumor. Por outro lado, a prática regular de atividade física de alta intensidade pode reduzir a probabilidade de sofrer da doença.
“Com este relatório abrangente e atualizado, a evidência é clara: ter um estilo de vida fisicamente ativo, manter um peso saudável ao longo da vida e limitar o álcool – são todas as medidas que as mulheres podem tomar para reduzir seu risco.”, disse Anne McTiernan, uma das autoras do estudo.

Menos álcool, mais exercício

Os pesquisadores analisaram 119 estudos já existentes, totalizando 12 milhões de mulheres, das quais 260.000 desenvolveram câncer de mama. Os resultados mostraram que apenas 10 gramas de álcool por dia – o equivalente a um copo pequeno de vinho ou cerveja – aumenta o risco de câncer de mama na pré-menopausa em 5%. A mesma quantidade de álcool aumentou em 9% a probabilidade de câncer de mama na pós-menopausa, a forma mais comum do tumor.
Embora o estudo não tenha analisado a relação de causa e consequência entre o consumo de álcool e o aumento do risco de câncer de mama, existem diversas hipóteses que poderiam explicar essa associação. A conversão do álcool em acetaldeído é uma delas.  “Em tecidos expostos, o álcool é convertido em acetaldeído, um químico que pode causar mutações no DNA, que podem, potencialmente, levar ao câncer “, disse Chin-Yo Lin, pesquisador do Centro de Receptores Nucleares e Sinalização Celular da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, em entrevista à CNN.
Outra possível explicação é o aumento do estrogênio. “O consumo de álcool também está associado a níveis elevados do hormônio sexual feminino estrogênio. A exposição cumulativa excessiva ao estrogênio é um fator de risco importante no câncer de mama. Uma série de estudos têm mostrado que o álcool pode aumentar as ações de estrogênio em células de câncer de mama.”, disse Lin.
A revisão também mostrou que o excesso de peso e a obesidade aumentam a probabilidade de câncer de mama pós-menopausa. Por outro lado, a prática regular de atividade física diminuiu o risco dos dois tipos de tumor. Antes da menopausa, 45 minutos por dia de exercícios vigorosos, como corrida ou bicicleta, significaram uma redução de 17% no risco de câncer de mama. Após a menopausa, o impacto desse tipo de exercício foi de apenas 10%. Porém, a prática de atividades moderadas, como jardinagem ou caminhada, reduziu a probabilidade da doença em 13%.

Alimentação também contribui

No que diz respeito à dieta, o relatório concluiu que existem “evidências limitadas” que vegetais sem amido, como brócolis,
repolho, couve-de-bruxelas, alho-poró, feijão e espinafre podem diminuir o risco dos chamados cânceres de mama negativos aos receptores de estrogênio. Embora seja um tipo mais raro de câncer da mama, tende a ser mais agressivo e ter um pior prognóstico.
Também foi encontrada uma associação entre dietas ricas em laticínios, cálcio e carotenoides e uma redução no risco de câncer de mama. Carotenoides são pigmentos sintetizados por plantas, que frequentemente são responsáveis por sua coloração amarelada, laranja ou vermelha. Alguns alimentos ricos na substância são abóbora, damasco, cenoura, espinafre e couve. 
“As conclusões indicam que as mulheres podem obter algum benefício ao incluir na dieta uma alta variedade de vegetais não-amiláceos, incluindo alimentos que contêm carotenoides. Isso também pode ajudar a evitar o comum acúmulo de peso de 500 gramas a um quilo por ano, o que é fundamental para reduzir o risco de câncer.”, disse Anne.

Câncer de mama no Brasil

O câncer de mama é o segundo tipo de tumor maligno mais incidente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Para o Brasil, são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,20 casos a cada 100.000 mulheres
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Cracolândia

Loucura atinge ápice: manifestação a favor da Cracolândia

As pragas da insanidade correm soltas pelo país, mas é difícil imaginar algo mais estarrecedor do que “manifestantes”, ONGs e juristas pelo direito ao crack

Cracolândia


Quem anda de metrô, tem conta em banco e assina serviços de internet costuma ser chamado de usuário. Sem saber, todas estas pessoas estão na companhia dos infelizes e perigosos viciados em crack que transformaram um pedaço de São Paulo numa sucursal do inferno.
Existem viciados em praticamente todos os lugares do Brasil, mas só em São Paulo existe uma rede de proteção ao vício, ao tráfico e ao crime. Por isso, a Cracolândia se transformou em território livre de viciados, traficantes e criminosos.
Qualquer iniciativa tomada para acabar com este escândalo a céu aberto é imediatamente contestada por especialistas preocupados com tudo, menos com os cidadãos infernizados por esta aberração.
Consideram que os viciados são doentes – como se estivessem indo ao trabalho ou à escola e tivessem sido picados por algum dos pernilongos assassinos que pululam no nosso meio-ambiente. Mas não doentes comuns, daqueles amontoados nos serviços públicos de saúdes.
Segundo estes especialistas, cada um dos viciados, ou “usuários”, teria que ser acompanhado dia e noite por uma equipe multidisciplinar. Psicólogos, psiquiatras, médicos especialistas em todas as inúmeras enfermidades que adquirem através de seu estilo arriscado de vida.
Terapeutas, talvez acupunturistas e massagistas. Também arquitetos que desenhariam as moradias bem planejadas onde ficariam abrigados, com banheiras de hidromassagem para relaxar as tensões.

DROGAS RECREATIVAS

Pelo menos, advogados, juristas e promotores eles já têm. Encostou na Cracolândia e o mundo vem abaixo com um vigor não encontrado em todas as outras inúmeras áreas onde falta praticamente de tudo à população, em especial aos mais pobres.
A última novidade foi uma manifestação a favor da Cracolândia. Repetindo: a favor da Cracolândia. Não era muito grande, mas teve repercussão e cobertura enormes. Só saiu um pouco do noticiário porque um outro pessoal da mesma estirpe estava tocando fogo em ministérios em Brasilia.
Marchas pela legalização da maconha são comuns – e redundantes, consideram-se que na prática seu uso é livre. Em geral, jovens de classe média usam drogas recreativas que só causam impacto forte na saúde mental em quem tem predisposição a determinados distúrbios ou for um idiota total.
Marcha pela Cracolândia é uma aberração tão distorcida que até os jornais estrangeiros loucos por um “progressismo” ficaram um pouco fora dessa. A BBC registrou a intervenção e os “críticos” que dizem que ela “vai meramente empurrar o problema para outras partes da cidade”.

VERTIGEM NACIONAL

O que foi feito na Cracolândia em São Paulo pode ser discutido e contestado até o fim dos tempos. Mas é impossível não ver a motivação política por trás das reações desequilibradas que provocou.
O titular da prefeitura, evidentemente, tem seus interesses e entende muito bem o repúdio universal ao espetáculo grotesco da Cracolândia. No universo das pessoas comuns, evidentemente.
Os que condenam a ação têm pavor da popularidade gerada por iniciativas como a que tomou. Inclusive entre os que são, nominalmente, correligionários. Na vertigem nacional em que o país está mergulhado, qualquer índice de popularidade pode acabar no Planalto.
O crack destrói cidadãos principalmente das camadas mais pobres. Quem já viu uma pessoa normal se transformar em zumbi, de olhos e alma capturados pelo vício, sabe o que acontece. Família, trabalho, moradia, amigos, dentes, roupas e, por fim, sapatos, tudo é tragado.
“Usuários” passam a exalar um cheiro terrível.Traficam, roubam, assaltam, se prostituem, engravidam e dão à luz crianças devastadas pelo vício.  O olhar humilde de quem pede um dinheirinho para o “ônibus” se transforma em ameaçador, movido fissura incontrolável pela pedra maldita.
De que outra forma quem não trabalha pode sustentar um vício avassalador? Muitos alternam períodos de remissão, quando se afastam do vício e conseguem trabalhar. Devem receber todo o apoio. Daí vem a recidiva. De ciclo em ciclo, chegam ao fundo, quando perdem o principal: o poder de tomar decisões.

MUDANÇA DE TURNO

Proteger os mais desprotegidos é uma obrigação das sociedades civilizadas. Ter compaixão e oferecer ajuda aos viciados é um dever moral. Que não pode ser confundido com um laissez-faire ideologizado, com permissividade incondicional e paralisante.
Mas quem está preocupado com moradores, transeuntes, donos de pequenos comércios, todos infernizados pelo território livre de viciados e traficantes? Com os trabalhadores humildes assaltados por um celular que vai virar pedra?
Quem já olhou pelas janelas dos prédios onde as castas superiores trabalham e viu faxineiras sairem em grupo, na hora da mudança de turno, agarrando as bolsas, tentando se proteger mutuamente dos “nóias” ?
Muitas dessas mulheres demonstram bondade com os viciados que, em seus bairros, “não fazem mal a ninguém”, exceto pelo tráfico entre si. Têm medo muito maior de que seus filhos sejam “levados” para o mundo dos zumbis.

POLTRONA MOLE

Do alto de seu saber jurídico, os membros das castas não levantam sequer um dedinho humanitário para fazer algo contra o fluxo constante e inalterado de cocaína transformada em crack diante de seus próprios olhos. Quando se dão ao trabalho de olhar, claro.
Em suas ONGs moderninhas, advogados brilhantes e ascendentes são pagos para defender com argumentos bem escritos, que aprenderam nas melhores faculdades, a legalização das drogas.
Convivem com seu benfeitores ricos, aprendem a tomar vinhos cada vez melhores, andam de bicicletas cheias de maiúsculas. Quando realizam o sonho de comprar uma poltrona Mole, objeto de desejo a um nível quase tão absoluto quanto as pedras de crack para os viciados, foram totalmente cooptados. Moralmente, estão mais moles do que a poltrona.
E, ainda por cima, todos se acham paladinos da justiça.

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