15/05/2017

‘Dilma é só uma boa amiga’, diz americano apontado como namorado

‘Dilma é só uma boa amiga’, diz americano apontado como namorado

O americano James Green, professor na Universidade de Brown, conta que levou um susto quando se aventou que ele seria namorado de Dilma Rousseff

O senhor e a ex-presidente Dilma Rousseff estão namorando? Claro que não. Ela é minha amiga.
Mas e a foto que circulou de vocês num restaurante em Nova York? Estávamos acompanhados por mais pessoas. Essa história começou com esses blogs que gostam de inventar fofocas para aumentar a audiência. Tem gente incapaz de imaginar uma mulher forte e independente sem um homem ao lado. Eu e meu marido odiamos essa história.
O senhor é casado? Sim, sou casado legalmente há cinco anos, mas estamos juntos há 24. Todos sabem disso, incluindo meus alunos. Não é segredo. Não vivo uma vida dupla. Ele mora em Israel e eu nos Estados Unidos. Sempre que conseguimos, vou para lá, ou ele vem. Ele achou ridículo. Não sente ciúme nenhum da Dilma. Temos amigas.
Dilma Rousseff e o amigo James Green, professor da Universidade de Brown (Reprodução/Facebook)
O senhor falou com a Dilma depois da repercussão? Eu liguei para ela para perguntar o que ela achava de tudo aquilo. Ela gargalhou e disse que a situação era cômica.
Como foi o jantar com a ex-presidente? Conversamos sobre a política atual no Brasil e nos Estados Unidos, e sobre as eleições francesas. Claro que ninguém estava a favor de Marine Le Pen, mas Dilma não disse nada sobre o seu favorito. E falamos bobagens.
O que mais o senhor e Dilma fizeram em Nova York? Num sábado de folga dela, fomos passear no Central Park. Tentamos alugar uma bicicleta, porque sei que ela gosta de pedalar, mas não conseguimos. Resolvemos andar. Fomos ao Metropolitan Museum e passamos três horas lá, pois adoramos arte. À noite, eu a levei à ópera. Queria que ela relaxasse.
Como é a Dilma na intimidade? Simpática, carinhosa e com uma capacidade de argumentação incrível.
Argumentação incrível? Sim. Não pensem que ela está em casa, dando uma de coitada. Ela está lutando, como sempre lutou.
Como está a imagem dos brasileiros entre os americanos? Infelizmente, os americanos sabem pouco do Brasil. Conhecem mais estereótipos do que informações. Têm uma vaga noção de que existe uma campanha contra a corrupção, que nos últimos anos o Brasil cresceu, tem futuro, mas está com uma situação econômica difícil. Há ainda muitas reportagens sobre a violência no país.
Dilma Rousseff e o amigo James Green, durante viagem da ex-presidente aos Estados Unidos (Reprodução/Facebook)

Marcelo Rezende revela que está com câncer no pâncreas

Marcelo Rezende revela que está com câncer no pâncreas

Apresentador do Cidade Alerta, que já iniciou a quimioterapia, relatou que os sintomas apareceram há um mês. 'Nada é difícil quando você tem Deus', afirmou

O apresentador Marcelo Rezende revelou em entrevista para o programa Domingo Espetacular, da TV Record, que está com câncer no pâncreas e no fígado. A conversa, que foi ao ar na noite deste domingo, aconteceu na segunda-feira, pouco antes de Rezende se internar no Hospital Albert Einstein para iniciar a quimioterapia. O apresentador, que está afastado do Cidade Alerta, recebeu alta na quinta, mas ainda não havia revelado o motivo da internação.
Na entrevista, Rezende afirmou que se apoia na fé para enfrentar a batalha contra a doença. “Eu não tenho medo da morte”, afirmou. “Eu sei que vou atravessar um período difícil. Mas nada é difícil quando você tem Deus. E eu tenho.” O apresentador contou que, até agora, apenas familiares e amigos próximos sabiam do diagnóstico. E disse que seus cinco filhos ficaram muito abalados. “Sou eu que tenho que acalmá-los”, brincou.
Rezende relatou que os sintomas apareceram há apenas um mês, quando começou a sentir cansaço e falta de apetite. Depois de uma bateria de exames, veio o diagnóstico: um tumor no pâncreas que se espalhou para o fígado. O apresentador relembrou o momento em que recebeu a notícia. “O médico chega com uma cara triste, senta e diz: ‘Eu não tenho uma boa notícia para você'”, contou.
Pouco antes de iniciar o tratamento contra o câncer, Rezende estava tranquilo. “O homem que tem fé não tem medo, porque ele sabe que vai vencer”, afirmou. “Vencer não quer dizer sobreviver. É muito mais. Vencer é você estar alinhado com algo que você crê.” E também mostrou que vai enfrentar a batalha com bom humor. “[Disseram] ‘Essa quimioterapia não faz cair o cabelo’. Eu olhei e disse assim: ‘Mas que cabelo? Não tem mais o que cair’.”


Lava Jato não exigiu troca de advogado, diz defesa de Palocci

Lava Jato não exigiu troca de advogado, diz defesa de Palocci

Antigo defensor do ex-ministro era contra o acordo de delação premiada que o petista agora busca fechar


Os novos advogados de Antonio Palocci afirmaram neste domingo que a força-tarefa da Operação Lava Jato não fez “qualquer exigência, nem sequer mínima alusão” para que o ex-ministro trocasse de defesa como condição para negociar delação premiada. Palocci mudou seu quadro de defensores na sexta-feira.
Desde o início da Lava Jato ele era representado pelo criminalista José Roberto Batochio, de São Paulo.
Preso desde setembro de 2016, o ex-ministro já é réu em duas ações penais e, diante do risco de permanecer na cadeia por uma longa temporada, decidiu buscar acordo de delação premiada e dispensou Batochio.
O defensor é um veterano da advocacia que não atua em demandas de delatores. Na própria Lava Jato ele deixou a defesa do lobista Julio Camargo que fez delação e revelou propina de 5 milhões de dólares para o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ).
Palocci contratou o advogado Adriano Bretas, defensor de outros alvos da Lava Jato que optaram pela delação.
A mudança teria sido uma exigência dos procuradores do Ministério Público Federal para iniciar a negociação. Os procuradores teriam imposto a troca da defesa, o que é negado com veemência pelo escritório Bretas. Eles também teriam recomendado a Palocci que desistisse do pedido de habeas corpus que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota divulgada neste domingo, o Bretas Advogados, estabelecido em Curitiba – base da Lava Jato -, fez um esclarecimento público, no qual destaca que “a ética conduz e sempre conduziu seus trabalhos”.
A nota ressalta que o ex-advogado de Palocci “sempre anunciou publicamente que, dependendo da alternativa escolhida pelo cliente na estratégia de sua defesa, renunciaria à causa”. “Não houve qualquer exigência, nem sequer mínima alusão, por parte do Ministério Público Federal ou da Polícia Federal na contratação ou destituição deste ou daquele escritório”, sustentam Bretas e sua equipe. “Tal escolha foi feita por livre e espontânea vontade do sr. Antonio Palocci Filho.”
O Bretas Advogados também rechaçou a versão sobre eventual desistência do pedido de liberdade. “Desistir ou prosseguir no habeas corpus é uma escolha livre e exclusiva da defesa, sem qualquer interferência, muito menos ‘exigência’, do Ministério Público Federal, da Polícia Federal ou de quem quer que seja.”

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