RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

13/05/2017

ESTRADAS PELO MARANHÃO

A própria população da cidade tenta tornar uma estrada trafegável. Prefeito não foi localizado para comentar o assunto

Vídeos mostram descaso de Alberto Magno com zona rural de TurilândiaESTRDASAVídeos enviados ao ATUAL7 mostram o descaso da Prefeitura Municipal de Turilândia com a zona rural, especialmente com uma estrada que liga os povoados Nova Brasília, Fé em Deus, Santaninha, Santaninha Grande, Cipoal e Cipoal de Dentro à MA-106.

Roseana tem confirmação de desbloqueio de bens, mas ainda é ré no Caso Sefaz


Ex-governadora é acusada de participar de suposto esquema fraudulento que causou prejuízo de mais de R$ 400 milhões aos cofres públicos

Roseana tem confirmação de desbloqueio de bens, mas ainda é ré no Caso Sefaz


A ex-governadora e pré-candidata ao Senado Federal pelo Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), conseguiu, nesta sexta-feira 12, a confirmação do desbloqueio de todos os seus bens. A decisão é das Câmaras Criminais reunidas do Tribunal de Justiça estadual, que julgaram o mérito do mandato de segurança impetrado pela peemedebista no processo relacionado ao célebre Caso Sefaz
Embora tenha comemorado a vitória, Roseana ainda é ré no processo que corre na 8ª Vara Criminal de São Luís, de responsabilidade da juíza Oriana Gomes.
No final de abril, a ex-governadora teve pedido negado pela magistrada, que não aceitou os argumentos apresentados pela peemedebista e não vislumbrou qualquer possibilidade de absolvição sumária solicitada por ela nas respostas às acusações do Ministério Público.
Segundo o Parquet, Roseana Sarney e outras nove pessoas causaram um prejuízo de mais de R$ 400 milhões aos cofres públicos, por meio de compensações tributárias ilegais.
Até agora, porém, as empresas que teriam se beneficiado do suposto esquema fraudulento ainda não foram denunciadas pelo Ministério Público.

Flávio Dino surfa em falsa candidatura de Roseana





Flávio Dino surfa em falsa candidatura de Roseana para garantir reeleição



Governador tenta repetir 2014, quando blefe da peemedebista fez ruir o clã Sarney no Maranhão

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), saiu novamente na frente de seus principais adversários e criou uma estratégia que pode garantir com tranquilidade sua reeleição em 2018: surfar na onda da falsa candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).
Pilhada em quase uma dezena de processos de corrupção, e com altíssimos índices de rejeição, a peemedebista não pretende disputar o Palácio dos Leões novamente. No máximo, sonha com o retorno ao Senado Federal, o que também não é certo, já que até lá pode já ter parado na cadeia e por seu irmão e ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), com o apoio do pai, José Sarney (PMDB-AP), ser o ungido natural do clã para a vaga.
Como o comunista tem conhecimento de que Roseana tem medo e não vai enfrentá-lo nas urnas, ele tenta repetir 2014, quando a ex-governadora fez ruir o seu grupo ao justamente manter uma falsa candidatura ao Senado Federal. À época, assim como atualmente se diz que apenas a peemedebista pode vencer Flávio Dino, o comentário era de que, se disputasse o Senado, ninguém tiraria a vaga da ex-governadora.
O plano de Flávio Dino é simples: fazer a população e a classe empresarial e política crer que a corrida eleitoral de 2018 será plebiscitária, entre ele e Roseana Sarney, somente. Ao final, quando a ex-governadora confirmar o novo blefe, Dino sobrará absoluto, já que Roseana não tem força política para transferir votos e os eleitores maranhenses estarão alheios aos outros nomes na disputa.
O resto todos já sabem, a classe política e empresarial desprivilegiada e que prega o ‘volta Roseana’ será a primeira a pular para a nau comunista. Isso já aconteceu com Flávio Dino ainda oposição, em 2014, quanto mais agora, com ele sentado no poder

Marqueteiros revelam os bastidores de atritos entre Dilma e Lula


Santana e Mônica relataram que Lula queria ser candidato em 2014 e que jogava contra Graça Foster na Petrobras por estar 'fechando a torneira' da estatal


No acordo de delação premiada, o casal de publicitários João Santana e Mônica Moura revelou os bastidores dos atritos entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff no ano de 2014, quando foi deflagrada a primeira operação da Lava Jato.
Segundo o relato dos marqueteiros, os dois não se entendiam em três pontos principais: a escolha de Graça Foster para a presidência da Petrobras — Lula reclamava que ela estava “fechando a torneira” para as empreiteiras; a condução da política econômica do país pelo ministro da Fazenda Guido Mantega — Lula queria trocá-lo por Henrique Meirelles; e a decisão de Dilma de querer disputar a reeleição em 2014 — Lula já pretendia naquele ano tentar o terceiro mandato.
Mais do que conduzir as últimas três campanhas presidenciais do PT (2006, 2010 e 2014), Santana era um dos principais conselheiros de Lula e Dilma. Fazia diagnósticos de cenários, pesquisas de opinião e era o responsável pela comunicação de programas vitrines, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Em seu depoimento, disse que também exercia a função de pombo correio entre os dois mandatários.  Segundo ele, o padrinho sempre o acionava quando queria passar algum recado incômodo à sua afilhada política. “Havia um mal humor permanente do presidente Lula em relação a ela”, disse Santana. “Ele [Lula] sempre usava esse artifício de não falar diretamente de coisas constrangedoras com as pessoas. Sempre mandava recados. Quem viveu com ele sabe disso”, completou.
De todas as rusgas, no entanto, a que mais chamou a atenção dos procuradores foi a informação de que Lula — na condição de ex-presidente — dava pitacos sobre o comando da Petrobras. Segundo o marqueteiro, o ex-presidente “queria a cabeça” de Graça Foster, a quem considerava “incompetente e sem estatura para o cargo”, principalmente porque ela estava “fechando as torneiras” da estatal para as empreiteiras.
“Numa ocasião, ele [Lula] foi ainda mais incisivo: ‘Eu queria que você dissesse para Dilma que eu tenho recebido aqui uma procissão de empresários que prestam serviços para a Petrobras, que vêm reclamar de atrasos sistemáticos nas obras'”, disse ele, reproduzindo o diálogo que teve com o petista. “Diga a Dilma que, se pararem essas obras, vai ter um dano grande na campanha e para você que é marqueteiro também. Você vai ter que ir na televisão fazer programa de que a Petrobras que nós vendemos por eficiência e que foi motivo da minha reeleição…”, explicou
Após a conversa com Lula, Santana encontrou Dilma dois dias depois em um jantar no Palácio da Alvorada, em Brasília. Na ocasião, transmitiu-lhe a mensagem e recebeu  a seguinte resposta:  “Será que não enxergam que eu estou arrumando a casa. O canalha do Paulo Roberto Costa [ex-diretor de Abastecimento da Petrobras e delator número 1 da Lava Jato] fui eu que tirei”, relatou Santana, dando a entender que a petista havia colocado Graça no cargo para sanear a empresa.
O marqueteiro disse que, na época, não achou que Lula se referia aos esquemas de corrução na Petrobras. Depois das descobertas da Lava Jato, no entanto, teve a convicção de que parte das queixas tinham relação com isso — “ela estava fechando a torneira”, afirmou. Graça Foster foi presidente da estatal de fevereiro de 2012 a 2015, sendo substituída por Aldemir Bendine, que está no cargo até hoje.
Em seu acordo de delação, Mônica Moura também deu detalhes dos desentendimentos entre os dois. Disse, por exemplo, que, em 2014, “havia um certo estremecimento entre Lula e Dilma”, porque ele queria disputar a eleição no lugar dela. Na ocasião, crescia no PT o movimento “Volta Lula”. “Todos os jornais especulavam na época, eles negavam, mas era verdade. Lula queria ser candidato. E a Dilma não aceitou. Ela queria a reeleição dela. Se sentia forte. Isso é conversa dela com o João [Santana]. O Lula queria ser o candidato de 2014. Era tipo assim — 2010 ele sai, colocava apadrinhada lá, mas 2014 voltava a ser candidato”, disse Mônica.
Em nota, a ex-presidente Dilma Rousseff classificou o teor da delação premiada do casal como “falso e fantasioso”. “Dilma Rousseff acredita que, ao final de mais uma etapa desse processo político, como já provado anteriormente em relação a outras mentiras em delações premiadas, a verdade virá à tona e será restabelecida na Justiça”.
Também em nota, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou categoricamente que os depoimentos são mentirosos. “Hoje está muito claro que citar o nome de Lula tornou-se condição obrigatória para que réus e até condenados obtenham os favores na promotoria no âmbito da Operação Lava Jato. Há pedido formal de investigação protocolado na Procuradoria-Geral da República com base em denúncia veiculada por órgãos de imprensa”.

Dilma deu calote de 20 milhões de reais, diz João Santana

Em delação premiada, marqueteiro conta que a presidente pediu a Guido Mantega que acertasse os pagamentos referentes às campanhas de 2010 e 2014

Em um dos depoimentos de sua delação premiada na Lava Jato, o marqueteiro João Santana acusou a ex-presidente Dilma Rousseff e o PT de lhe darem um calote no valor de 20 milhões de reais. Segundo Santana, o montante deveria ter sido pago pelos serviços prestados durante as campanhas de 2010 e 2014, que tiveram Dilma como candidata à presidência. O pagamento seria feito via caixa dois.
Santana conta que, em maio de 2014, Dilma disse a ele que havia encontrado uma solução para quitar os valores de 2010 que ainda não haviam sido pagos. Ela iria tirar o tesoureiro João Vaccari da negociação e substituí-lo por alguém de sua confiança, o então ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo o marqueteiro, Vaccari não era uma pessoa com quem a presidente Dilma tinha uma relação amistosa e de confiança.
O anúncio da troca foi feito durante um almoço entre Santana e Dilma no Palácio da Alvorada. Na ocasião, Dilma acrescentou que, se tudo corresse da forma como ela esperava, ele receberia todo o dinheiro referente a 2010 e, pela primeira vez, teria o pagamento antecipado dos serviços prestados em 2014, que seriam acertados antes mesmo das eleições.
Mas o plano da presidente deu errado. “No início das gravações do horário eleitoral, em agosto, eu disse: ‘Olha, presidente, não se cumpriu nada. Nem o pagamento das dívidas de 2010 nem o que a senhora havia prometido. Até agora o Guido não deu nenhuma solução'”, disse Santana. Dilma então teria se mostrado “extremamente irritada”. Mesmo assim, o problema perdurou. “A dívida no final era de 20 milhões de reais, que nós nunca recebemos”, afirmou Santana.
Eike Batista
Mônica Moura, mulher do marqueteiro, esteve algumas vezes com Mantega para cobrá-lo, inclusive na residência oficial no período em que ele era ministro. Pressionado e sem conseguir encontrar uma saída, Mantega recorreu a Vaccari, aparentemente sem o conhecimento de Dilma. O tesoureiro então teria indicado o engenheiro Zwi Skornicki para fazer os pagamentos, sem sucesso. Para Santana, a entrada de Skornicki foi uma “solução desastrosa”. O engenheiro havia se comprometido a pagar 4 milhões de dólares em contas no exterior, o que também não se confirmou.
Pressionado por Mônica Moura, Vaccari então recorreu ao empresário Eike Batista para tentar saldar a dívida. Mônica encontrou-se com Flávio Godinho, braço direito de Eike, no Rio de Janeiro para combinarem os depósitos que seriam feitos para a Shellbill, offshore do casal de marqueteiros aberta no Panamá.
Questionado durante o depoimento se não havia estranhado a entrada de Eike Batista na negociação dos pagamentos, Santana disse que “não queria bancar o ingênuo”. “[Ele entrou] como um empresário que ajuda na campanha eleitoral, claro que com interesses no governo”. E completou: “O que eu não sabia nem poderia imaginar é isso o que a Lava Jato terminou descobrindo, que havia uma coisa tão organizada e que a maioria aparente desses recursos viria da Petrobras. Jamais passaria pela minha cabeça. Até porque a imagem que eu sempre tive e que trabalhei nas campanhas era de uma empresa eu sempre trabalhei a imagem da Petrobras extremamente competente, de tecnologia avançada e com uma gestão esmerada e competente.

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