RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

22/04/2017

APROVAÇÃO NA CAMARÁ DE VERAADORES EM SÃO ROBERTO( LEI DO DETRAM)

Odebrecht entrega extratos ligados a reunião com Michel Temer em 2010



A Odebrecht apresentou à Lava Jato extratos que seriam de pagamento de propina vinculada por delatores a uma reunião com o presidente Michel Temer em 2010, de acordo com a Folha. Os valores superam os US$ 40 milhões que, segundo ex-executivos, tiveram o repasse acertado em encontro com o hoje presidente, em seu escritório político paulistano.

A propina é ligada, de acordo com a Odebrecht, a um contrato internacional da Petrobras, o PAC-SMS, que envolvia certificados de segurança, saúde e meio ambiente em nove países onde a estatal atua. O valor inicial era de US$ 825 milhões.De acordo com documentos referentes ao PAC-SMS, apresentados pela Odebrecht, os repasses foram feitos entre julho de 2010 e dezembro de 2011. Os extratos atingem US$ 54 milhões, mas a soma de planilhas anexadas chega a US$ 65 milhões.

A Odebrecht reuniu mais de 50 depósitos em offshores fora do Brasil que vão de US$ 280 mil a US$ 2,3 milhões. Para realizá-los, o setor de operações estruturadas, área responsável por propina e caixa dois do grupo, utilizou cinco empresas em paraísos fiscais, quatro delas em Antígua.

Segundo o jornal, Márcio Faria, ex-presidente da Odebrecht Engenharia, disse em delação que o PMDB negociou propina de 5% do contrato, correspondente a US$ 40 milhões. Segundo Faria, no encontro com Temer não se falou em valores, "mas ficou claro que se tratava de propina" relacionada ao contrato, e não contribuição de campanha. A reunião, segundo ele, teve a presença de outras pessoas, como o ex-deputado Eduardo Cunha, e ocorreu quando Temer era presidente do PMDB e candidato a vice de Dilma Rousseff (PT).

A publicação detalha ainda que Rogério Araújo, responsável pelo lobby da Odebrecht na Petrobras, disse que Temer "assentiu" e deu a "bênção" aos termos do acordo, previamente tratados com Cunha e com o lobista João Augusto Henriques. Temer confirma o encontro, mas nega a versão sobre propina.

A assessoria de Michel Temer afirmou que o presidente "jamais tratou de valores com o senhor Márcio Faria" e que "a narrativa divulgada não corresponde aos fatos e está baseada em uma mentira absoluta". "O que realmente ocorreu foi que, em 2010, em São Paulo, Faria foi levado ao presidente pelo então deputado Eduardo Cunha. A conversa, rápida e superficial, não versou sobre valores ou contratos na Petrobras. E isso já foi esclarecido anteriormente, quando da divulgação dessa suposta reunião". Temer "contesta de forma categórica" o envolvimento de seu nome em negócios escusos e diz que nunca atuou em defesa de interesses particulares na Petrobras, nem defendeu pagamento de valores indevidos a terceiros

Ataque talibã deixa 148 mortos no Afeganistão

Talibãs estavam vestidos com uniformes militares e conseguiram atacar a base do Exército na província de Balkh


Soldados do exército nacional afegão, que apoia as tropas dos Estados Unidos, recebem instruções de um coronel americano.
São 138 mortos e 64 feridos, além dos dez atacantes que também faleceram (veja.com/VEJA)
Dez talibãs vestidos com uniformes militares atacaram uma base do Exército na província de Balkh, uma das mais seguras de Afeganistão. De acordo com informações de uma fonte militar, são 138 mortos e 64 feridos, além dos dez atacantes que também faleceram.
O governo afegão, que tem sido muito cauteloso ao divulgar número total de vítimas, confirmou hoje que a quantidade de mortos e feridos é grande. “Dez insurgentes, incluído, dois atacantes suicidas que se sacrificaram, também morreram”, afirmou um porta-voz do Ministério de Defesa do Afeganistão, Dawlat Wazir
O ataque, que durou cerca de seis horas, teve início pouco depois do meio-dia, quando os soldados deixavam a mesquita após as orações de sexta-feira, em um quartel localizado no distrito de Dehdadi.
Os insurgentes estavam vestidos com uniformes militares e conseguiram entrar no quartel em vários veículos do Exército até serem descobertos no segundo posto de controle da entrada, onde o primeiro dos atacantes se suicidou, enquanto os outros iniciaram o tiroteio.
O gabinete do presidente afegão, Ashraf Ghani, publicou hoje uma única mensagem no Twitter em que o governante condenava o “covarde ataque” contra os militares durante a “oração de sexta-feira”. “Os atacantes são infiéis”, disse Ghani.
Os talibãs reivindicaram ontem o ataque em um comunicado enviado à Efe por seu porta-voz, Zabihullah Mujahid.

PRINCIPAIS NOMES POLITICO NO SE PRESO REFERIAM JUNTOS 2.527 ANOS



2.527 anos de prisão


2.527 anos de prisão

Para réus, denunciados e investigados pela Lava Jato, o emprego da lógica matemático-penal é como o tempo: implacável. Senão vejamos: se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse condenado por todos os crimes pelos quais é acusado na Justiça, ficaria de 519 a até incríveis 1.795 anos na cadeia. Usando o mesmo critério, o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), poderia amargar até 247 anos na prisão. Sua pena mínima seria de 60 anos. Já o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), não ficaria menos do que 39 anos no cárcere, podendo alcançar 170. Um grupo multipartidário de cinco expoentes políticos analisados por ISTOÉ não registra cifras menos assustadoras. Somadas, suas penas podem variar de 678 anos a fenomenais 2.527 anos no xilindró.
Claro que o cálculo é hipotético pois, no Brasil, ninguém fica mais de 30 anos na prisão. Mas o turbilhão Odebrecht aumentou em muito o tamanho do risco jurídico-emocional que corrói a classe política, cujo encalço é vigiado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. O levantamento feito pela reportagem de ISTOÉ inclui o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), um dos principais auxiliares do presidente Michel Temer. Se implicado por todos os crimes, Padilha, correria o risco de pegar uma pena de 67 anos. O mesmo cálculo se aplica ao ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O ex-ministro e ex-governador José Serra (PSDB-SP), por sua vez, poderia ser condenado a uma pena máxima de 89 anos de detenção. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), entre 5 e 25 anos.
O presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Veloso, lembra que são os magistrados, e não os procuradores, quem definirão se os políticos são culpados ou não e qual o tamanho da pena proporcional ao crime que eles realmente cometeram. O levantamento, baseado em inquéritos policiais e denúncias do Ministério Público, mostra que, quanto mais maduros estão os processos, maiores sãos os riscos de temporadas mais longas na prisão. Como Lula tem mais ações penais que os outros, está bem à frente dos colegas. O cálculo não considerou todas as investigações do petista e de Renan, ambos com mais de dez procedimentos criminais na Justiça, mas apenas as denúncias ou os inquéritos derivados das delações da Odebrecht.
Eliseu Padilha (PMDB) Crimes em apuração - 2 inquéritos. São 3 atos de corrupção passiva e 2 lavagem de dinheiro
Eliseu Padilha (PMDB) Crimes em apuração - 2 inquéritos. São 3 atos de corrupção passiva e 2 lavagem de dinheiro

Eunício Oliveira (PMDB) Crimes em apuração - 1 inquérito. Há 1 ato de corrupção passiva e 1 de lavagem
Eunício Oliveira (PMDB) Crimes em apuração - 1 inquérito. Há 1 ato de corrupção passiva e 1 de lavagem

Rodrigo Maia (DEM) Crimes em apuração - 2 inquéritos. São 3 atos de corrupção passiva e 2 de lavagem
 Rodrigo Maia (DEM) Crimes em apuração - 2 inquéritos. São 3 atos de corrupção passiva e 2 de lavagem

Luiz Inácio Lula da SIlva (PT) Crimes em apuração - Pelo menos 10 processos, incluindo 5 ações penais. São 17 atos de corrupção passiva e 211 de lavagem, 2 de organização criminosa, 4 de tráfico de influência e  embaraço às investigações  (só ações penais)
Luiz Inácio Lula da SIlva (PT) Crimes em apuração - Pelo menos 10 processos, incluindo 5 ações penais. São 17 atos de corrupção passiva e 211 de lavagem, 2 de organização criminosa, 4 de tráfico de influência e embaraço às investigações (só ações penais)


Renan Calheiros (PMDB) Crimes em apuração - Pelo menos 18 processos, incluindo ação penal, denúncia criminal e ação de improbidade. Há 1 ato de peculato,  6 de corrupção passiva majorada e 14 de lavagem  (só denúncias e últimos inquéritos)
Renan Calheiros (PMDB) Crimes em apuração - Pelo menos 18 processos, incluindo ação penal, denúncia criminal e ação de improbidade. Há 1 ato de peculato, 6 de corrupção passiva majorada e 14 de lavagem (só denúncias e últimos inquéritos)

Romero Jucá (PMDB) Crimes em apuração - Pelo menos 8 inquéritos na Lava Jato. São 6 atos  de corrupção passiva, 6 de lavagem, embaraço  a investigações e organização criminosa
Romero Jucá (PMDB) Crimes em apuração - Pelo menos 8 inquéritos na Lava Jato. São 6 atos de corrupção passiva, 6 de lavagem, embaraço a investigações e organização criminosa

José Serra (PSDB) Crimes em apuração - 1 inquérito. São 5 atos de corrupção passiva majorada e 1  de lavagem
oJosé Serra (PSDB) Crimes em apuração - 1 inquérito. São 5 atos de corrupção passiva majorada e 1 de lavagem


O cálculo é hipotético pois, no Brasil, ninguém fica mais de 30 anos na prisão, mas mostra como a classe política está corroída
Os demais políticos do grupo só não estão com risco igual ou maior que o de Lula, Renan e Jucá porque seus processos ainda não estão tão amadurecidos. Explica-se: na fase de inquérito, a polícia e o Ministério Público e a polícia não detalham a totalidade de crimes supostamente cometidos como acontece quando chega-se à fase da denúncia. Os crimes apontados são basicamente corrupção passiva e lavagem de dinheiro (ver quadro). Investigadores da Lava Jato têm dito nas delações da Odebrecht que nunca aceitariam a “desculpa” da empreiteira de que houve “apenas caixa 2”, uma saída honrosa aventada pelo presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, no início das negociações, mas rejeitada desde então. Para eles, trata-se de um esquema de corrupção generalizada, que utiliza vários estratagemas de lavagem, inclusive doações de campanha feitas à margem do sistema ou registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A artimanha que hoje une petistas, tucanos e peemedebistas já foi usada pelo PT em meio ao escândalo do mensalão no passado. Como se sabe, naufragou.



Morre José Clarindo ( Zeza)

Morre nesta manhã em São Roberto Jose Clarindo da Silva,por volta das 10;00 Deixa 13 filhos 8 mulheres e 5 homens e esposa e 27 netos e 1...