RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

15/04/2017

CAMPEONATO DA LAMA DO CAFÉ S/TROCO EM SÃO ROBERTO

Um sindicato do crime

As principais lideranças petistas ou estão presas ou sob investigação. Entre os 98 citados na lista de Edson Fachin, nomes ligados ao ex-presidente Lula ganham destaque e comprovam que o PT se transformou em uma escola de corrupção

Um sindicato do crime
JOSÉ DIRCEU (PT/SP) Ex-ministro chefe da Casa Civil (2003-2005) Acusação: A Odebrecht pagou R$ 350 mil em espécie quando ele já não estava mais no governo, e outros R$ 500 mil para seu filho, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-SP) Defesa:O advogado disse que só irá se manifestar após conhecer o teor da acusação

O Partido dos Trabalhadores está no epicentro da lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que autorizou a abertura de inquérito contra 98 políticos citados nas delações da Odebrecht. Ao PT cabe o papel de protagonista do esquema de corrupção envolvendo contratos da empreiteira com o governo. Com a divulgação da lista, a legenda perde, de uma vez por todas, a chance de reconstruir sua imagem diante de um Brasil destroçado sistematicamente nos últimos 13 anos, período em que os petistas desfrutaram das benesses do poder e dilapidaram o patrimônio público em três mandatos completos e um interrompido.
A lista de Fachin vem para comprovar o que já era sabido: os líderes do PT arquitetaram o mais amplo e devastador projeto de corrupção que se conhece, uma roubalheira que levou o País a mergulhar numa crise econômica sem precedentes. “O lulopetismo representa a maior tragédia da história do Brasil”, diz o historiador e escritor Marco Antonio Villa. “O PT será lembrado para sempre pelo legado que deixa, de autor do projeto criminoso de poder que destruiu a estrutura do Estado brasileiro e da ética republicana”

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PROMISCUIDADE
Além dos ex-presidentes e chefes da quadrilha Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, petistas como o ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, já preso pelo processo do mensalão, o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, os senadores Lindbergh Farias e Humberto Costa,a senadora Gleisi Hoffmann, pré-candidata à presidência do PT, e os deputados Vincentinho, Marco Maia, Maria do Rosário e Arlindo Chinaglia são alguns dos mencionados (leia quadro). Todos são acusados de ter participado de esquemas de corrupção, caixa dois, compra de votos, troca de favores e outras ações ilícitas. “O PT amplificou um sistema de promiscuidade com empresariado e isso tudo terminou contaminando o conjunto das obras partidárias que fez”, diz o cientista político José Lavareda. “Ou seja, o Brasil terá como lembrança do período petista os fatos revelados para a sociedade pela operação Lava Jato”.
Junto com o projeto de poder do PT que faliu o Brasil ao lotear cargos públicos, saquear estatais em bilhões de reais e instaurar uma profunda crise, faliu também o Partido dos Trabalhadores. Nas últimas eleições municipais, o resultado dos escândalos foi visto claramente nas urnas: passou de terceiro partido com mais cidades sob a sua gestão para o décimo, ao eleger apenas 256 prefeitos em todo o Brasil — em 2012, 630 prefeituras eram comandadas pelo PT, um encolhimento de 60%. “Muito provavelmente o PT não vai ter mais a influência que um dia teve no Brasil. O partido virou um cadáver difícil de ser administrado politicamente, um estorvo, uma herança que ninguém quer lembrar”, diz Vila. “Não dá mais para usar o Bolsa Família para ganhar votos, o PT virou o partido do petrolão”, completa.

CANDIDATA Gleisi Hoffmann: senadora pode se tornar a nova presidente do PT
CANDIDATA Gleisi Hoffmann: senadora pode se tornar a nova presidente do PT

“O que a lista do Fachin efetivamente demonstra é que temos um problema sistêmico no Brasil, no funcionamento da democracia brasileira”, diz o cientista político e professor do Departamento de Gestão Pública Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), Cláudio Gonçalves Couto. “A corrupção se tornou democrática, uma vez que atinge a todos de maneira similar”.
Além da urgência de mudanças que retirem o Brasil dessa zona nebulosa, a saída de cena desses políticos corruptos pode proporcionar benefícios duradouros. “É muito bom tudo o que está acontecendo a partir da Lava Jato. Esses políticos fazem mal, desqualificam e desmoralizam a política e ao desmoralizar a política você desmoraliza a democracia”, diz o historiador Marco Antonio Vila. Se a lei 9096/95 de organização dos partidos políticos fosse respeitada, o PT já estaria extinto, uma vez que a prestação equivocada de contas junto à Justiça Eleitoral leva à perda do registro partidário.
Enquanto isso não ocorre, a capacidade da militância petista de convencer os eleitores será testado, mais uma vez, nas próximas eleições. Em 2016, as urnas confirmaram que o Partido dos Trabalhadores já vivia uma grave crise de renovação. De lá para cá, a situação só tem piorado. “Até porque parte significativa de seus líderes ou estão presos ou estão inelegíveis”, diz o cientista político Lavareda. Hoje, o PT está muito longe de representar a esperança que lavaria o País a um ciclo de prosperidade com justiça social. Hoje, o que ele simboliza é a cara da corrupção, exemplo máximo de como o objetivo de manutenção de poder e de riqueza pode ser inescrupuloso, mesquinho e criminoso.
Delação de Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, sobre José Dirceu
“Pagamos porque não queríamos ter o Zé Dirceu como inimigo”
“Identificamos pagamentos de R$ 350 mil, a pedido do José Dirceu.
Também doamos R$ 250 mil, em 2010, e R$ 250 mil, em 2014.
Nós doamos, a pedido dele, para as duas campanhas a deputado federal do filho dele, o Zeca Dirceu, com caixa dois. Esse apoiamos sem conhecer. Não acredito que nenhum executivo ligado a mim tenha conhecido o filho dele.
Com o apoio, o que a gente buscava era não ter o Zé Dirceu como inimigo. Apoiar o filho dele era, basicamente, não tê-lo 
como inimigo.
Ele, mesmo fora do governo, ainda tinha muita influência na máquina. Tinha seus tentáculos na máquina. Ele tinha muita penetração nos Estados, em algumas prefeituras, na própria Presidência da República”.

HOMEM DE CONFIANÇA DE LULA

A conta secreta de Lula

A Odebrecht mantinha uma conta com saldo de R$ 40 milhões no “departamento de propinas” da empreiteira para atender as demandas do ex-presidente Lula. Quem administrava essa conta secreta de Lula era o ex-ministro Antonio Palocci

A conta secreta de Lula
O HOMEM DE LULA Marcelo Odebrecht disse que Palocci administrava os valores de propinas de Lula na empreiteira
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Desde que foi presidente da República, e mesmo depois que deixou a presidência em 2010, Lula levava vida de milionário. Quando precisava de dinheiro, pedia para o ex-ministro Antonio Palocci ir a seu banco particular, o banco de propinas da empreiteira Odebrecht, e sacava os valores em dinheiro vivo. Identificado como “amigo” (em função de sua amizade com o patriarca da companhia Emilio Odebrecht), Lula tinha uma conta corrente no Setor de Operações Estruturadas, ou “departamento de propinas” da companhia, onde chegou a ter um saldo de R$ 40 milhões. Esse dinheiro foi disponibilizado pela empreiteira para “atender as demandas de Lula”, como disse Marcelo Odebrecht na última segunda-feira 10, em depoimento ao juiz Sergio Moro. O único autorizado por Lula a sacar o dinheiro era Palocci, que usava o codinome de “Italiano” no banco de propinas da maior construtora do País. Às vezes, “Italiano” telefonava a Marcelo e dizia que quem ia buscar o dinheiro para Lula era Branislav Kontic, o Brani, braço direito de Palocci nas roubalheiras de propinas geradas em obras públicas. Brani sacou R$ 13 milhões em dinheiro vivo para Lula de 2012 a 2013.
A existência dessa conta secreta de Lula no departamento de propinas da Odebrecht foi detalhada ao juiz Sergio Moro com a maior naturalidade pelo executivo baiano, preso na Carceragem da Polícia Federal de Curitiba desde julho de 2015 e que fez delação premiada para deixar a cadeia em breve. “A gente botou R$ 40 milhões para atender as demandas que viessem de Lula. Veja bem: o Lula nunca me pediu diretamente. Eu combinei via Palocci. Óbvio, ao longo dos usos, ficou claro que era realmente para Lula. O Palocci me pedia para descontar (os saques) do saldo da conta ‘amigo’”, disse Marcelo Odebrecht ao juiz Moro. Em 2014, por exemplo, Brani sacou outros R$ 4 milhões para o Instituto Lula e esse dinheiro foi abatido da conta “amigo”. A partir de 2011, as contas petistas na empreiteira passaram a ser administradas pelo então ministro da Fazenda no governo Dilma, Guido Mantega, o “Pós-Itália”.
CONFISSÕES O juiz Sergio Moro ouviu, durante quase 3h, as revelações de Marcelo Odebrecht que implicaram Lula CONFISSÕES O juiz Sergio Moro ouviu, durante quase 3h, as revelações de Marcelo Odebrecht que implicaram Lula
A conta “amigo” segundo Marcelo, destinada ao ex-presidente, consta de uma planilha do “departamento de propinas” pilotada pelo ex-ministro Palocci e que chegou a ter um saldo de R$ 200 milhões em 31 de julho de 2012. Desse dinheiro, R$ 79 milhões pertenciam a “italiano”, “amigo” e “pós-Itália”.“Tudo o que eu acertava de propinas para Lula, para o PT ou para candidatos do PT, era de conhecimento de Palocci”, disse Marcelo. O ex-ministro da Fazenda é acusado de ter recebido R$ 128 milhões da Odebrecht para repassar aos petistas e até pagar contas de campanha para o publicitário João Santana.
Negociata de R$ 50 milhões

A grande bolada que o PT arrancou em propinas da Odebrecht de uma só vez foi resultado de uma negociata entre a Braskem, empresa do grupo, e o ministro Guido Mantega, em 2009. Segundo Marcelo disse a Moro, a empresa tinha um “passivo monstruoso” em IPI com o governo e “corria o risco de quebrar”. “Eu procurei Palocci, que era meu interlocutor no governo e ele me introduziu ao ministro Guido (Mantega). Acertamos que o governo iria gerar uma Medida Provisória para beneficiar as empresas com débitos de IPI, especialmente a Braskem. Nessa negociação, Guido escreveu num papel o valor de R$ 50 milhões. Era para a campanha de 2010 (de Dilma). Nós concordamos em pagar”, disse Marcelo. Esse dinheiro ficou como crédito na planilha “Italiano”. “Palocci tinha conhecimento de tudo”. Os R$ 50 milhões acabaram não sendo usados por Dilma em 2010 e ficaram disponíveis para o PT no departamento de propinas até 2014, quando o partido usou na campanha da reeleição de Dilma.
A insaciável gana do PT por propinas era tanta, que antes das eleições de 2010, o ex-presidente Lula mandou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, procurar Marcelo Odebrecht, pedindo outros R$ 40 milhões. Em contrapartida, o governo, por meio do BNDES, liberaria uma linha de crédito para a companhia usar em seus negócios em Angola. “Fui checar e já tínhamos contratado R$ 600 milhões para Angola e só precisávamos da linha de crédito. Vi que dava para colocar esses R$ 40 milhões dentro do custo da obra e aceitei pagar a propina pedida pelo Paulo Bernardo. O Guido não se envolveu nisso, mas o Palocci tinha ciência de tudo. Só expliquei que como tínhamos uma taxa para geração desse dinheiro, tínhamos que reduzir o valor para R$ 36 milhões, que convertido para reais deu R$ 64 milhões”.
Marcelo explicou que, no caso do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), Guido Mantega lhe pediu “um adicional” de R$ 50 milhões. Além disso, o PT lhe pediu também propinas na construção das hidrelétricas de Belo Monte e Santo Antonio. Ele informou que o partido procurou o executivo Henrique Valadares (presidente da Odebrecht Energia), para o recebimento de propinas nas obras das hidrelétricas, mas a empresa não quis pagar. “Eu procurei o Palocci e disse: não adianta vocês procurarem um executivo da empresa. O que eu acerto com vocês está na planilha”.
A voracidade petista

Ele disse que “todos os pagamentos da empresa eram feitos mediante autorização de Palocci”. Em 2009, ano que não teve campanha eleitoral, Palocci telefonou para Marcelo e disse que precisava de R$ 10 milhões em espécie. “Vai passar aí para sacar o dinheiro o Juscelino Dourado (conhecido por JD)”. Juscelino foi o antecessor de Brani nos saques nas contas do “departamento de propinas” da Odebrecht. O PT sacava tanto dinheiro que Marcelo chegou a reclamar. “Eu falei para o meu pai (Emilio Odebrecht): Avisa o Lula que ele não vai ter dinheiro para 2010 se a gente gastar tudo antes”. Mas na campanha de 2010, o dinheiro continuou jorrando na campanha de Dilma. Em julho, agosto e setembro, a companhia deu R$ 20 milhões para a campanha petista, “com autorização de Palocci”, como lembra Marcelo. Desse total, R$ 16 milhões era caixa dois e R$ 4 milhões em forma de bônus eleitoral, devidamente registrado na Justiça Eleitoral. “Muitos candidatos me procuravam mas eu explicava que tinha que ter aprovação de Palocci. Eu dizia: pede para o Palocci. Se ele autorizar, tudo bem”.
Mas depois da eleição de Dilma, Marcelo foi procurado por Paulo Okamoto (diretor do Instituto Lula), José Carlos Bumlai (fazendeiro amigo do peito de Lula) e Roberto Teixeira (advogado de Lula). Eles pediram que a Odebrecht comprasse um terreno para a instalação da nova sede do Instituto Lula (IL). O local já tinha sido escolhido por Roberto Teixeira. “Fui ao Palocci e disse que havia essa demanda para o IL. Ele aprovou”, disse Marcelo. O empreiteiro, então, comprou o terreno na Vila Mariana por R$ 12,4 milhões, por meio da empresa DAG Construtora, uma empresa laranja da Odebrecht. “O problema é que depois eles desistiram do negócio (Lula e dona Marisa não gostaram do local). Então, vendemos o terreno e adicionamos o valor como crédito na conta “amigo”. Em 2014, a empreiteira deu outros R$ 4 milhões para o Instituto Lula, acertados via Alexandrino Alencar, ex-diretor da empresa e amigo de Lula. Esse valor também foi abatido do saldo “amigo”, com explicou Marcelo, sempre com a aval de Palocci. “Ele sempre foi nosso interlocutor no governo do PT e a nossa relação com Lula passava por Palocci”.
Como Palocci enriqueceu

Palocci virou homem de confiança de Lula em 2002, ao tornar-se coordenador da campanha presidencial, após o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel. Com a eleição de Lula, Palocci largou a prefeitura de Ribeirão Preto e assumiu o Ministério da Fazenda. Logo, virou eminência parda de Lula. Comentava-se que poderia ser candidato a presidente, na sucessão de Lula, mas ele quebrou o sigilo das contas do caseiro Francenildo Costa e jogou por terra o sonho presidencial. De qualquer forma, usou a passagem pelo governo para enriquecer. Em 2006 montou a empresa de consultoria Projeto e ficou milionário. Calcula-se que tenha mais de R$ 200 milhões. Quando começou na política, era um médico modesto. No início dos anos 2000, tinha um patrimônio de R$ 295 mil e um saldo de R$ 2.300 no Banco do Brasil. Ao ser preso pelo juiz Sergio Moro, no final do ano passado, tinha um apartamento nos Jardins no valor de R$ 13 milhões e um escritório de R$ 2 milhões. Em suas contas bancárias, tinha R$ 30,8 milhões. O dinheiro foi confiscado por Moro e hoje Palocci mofa na cadeia, à espera do amigo Lula.
Delação de Marcelo Odebrecht, sobre a conta “Amigo”
“A gente botou R$ 40 milhões para uso do Lula”
“Tinha um saldo de uns R$ 40 milhões. Aí o que eu combinei com o Palocci, essa era uma relação minha com a presidência do PT no Brasil. Vai mudar o governo, vai entrar a Dilma, esse saldo passa a ser gerido por ela, a pedido dela”
“A gente sabia que ia ter demanda de Lula, na questão do Instituto, para outras coisas. Vamos pegar e provisionar uma parte deste saldo. Botamos R$ 35 milhões no saldo ‘Amigo’, para uso que fosse de orientação de Lula”
“A gente entendia que Lula ainda ia ter influência no PT, como era uma relação nossa com a presidência, PT, tudo
se misturava”
“A gente botou R$ 40 milhões que viriam para atender demandas que viessem de Lula. Eu sei disso. O Lula nunca pediu diretamente. Eu combinei via Palocci. (…) Ao longo de alguns usos ficou claro que era para o Lula”

CORREIA DO NORTE EXIBIDO SUAS ARMAS

Coreia do Norte mostra novos mísseis e critica a 'histeria militar' dos EUA


Resultado de imagem para Coreia do Norte mostra novos mísseis e critica a 'histeria militar' dos EUADAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A Coreia do Norte alertou os Estados Unidos, neste sábado (15), a acabar com sua "histeria militar" ou enfrentar a retaliação, enquanto navios e porta-aviões americanos se dirigem à região ante temores de que Pyongyang realize mais uma prova nuclear.
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O país apresentou novos mísseis de longo alcance e submarinos durante o desfile que comemora o 105º aniversário do fundador do país, Kim Il Sung.
Segundo especialistas, as armas apresentadas podem ser mísseis balísticos intercontinentais ou só maquetes de projéteis ainda em desenvolvimento.
Esta foi a primeira vez que o governo norte-coreano apresentou armas que podem ter alcance de mais de 1.000 km em uma parada militar.

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A tensão na região aumentou desde que as forças navais americanaslançaram mísseis Tomahawk sobre uma base aérea síria na semana passada, em resposta a um letal ataque com armas químicas de Damasco.
O alerta norte-coreano, divulgado pela agência de notícias estatal KCNA, foi feito quando o líder Kim Jong Un chegou à praça Kim Il Sung, em Pyongyang, para a parada militar que marca o chamado "Dia do Sol".
Soldados e bandas de marcha enchiam a praça, próxima ao rio Taedonggang, sob o sol da primavera, enquanto tanques e sistemas de foguetes aguardavam pela parada.
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Os mísseis foram o principal tema da celebração comandada por Kim Jong Un, que fez questão de cumprimentar o comandante das Forças Estratégicas, ala dos militares que cuida do arsenal de mísseis do país.
"Todas as ações provocativas dos Estados Unidos nos campos político, econômico e militar para seguir com sua política hostil contra a DPRK serão frustradas por uma severa reação do exército e do povo de DPRK", citou a agência de notícias KCNA, atribuindo a fala a um porta-voz do comandante geral das Forças Armadas.
DPRK é a sigla, em inglês, para o nome do país: República Popular Democrática da Coreia.
"Nossa reação mais dura contra os EUA e suas forças será executada de forma tão impiedosa que não permitirá a nossos agressores sobreviver", acrescentou.
O porta-voz disse que a "grave histeria militar" do governo Trump chegou a uma "fase perigosa que já não pode ser ignorada".
Do outro lado, os Estados Unidos afirmou que a política de "paciência estratégica" com a Coreia do Norte terminou.
Ao contrário do que já foi visto em outras paradas militares, não foi notada a presença de nenhum oficial da China. O país vizinho é o único aliado da Coreia do Norte, mas já criticou os testes nucleares comandados por Kim Jong Un e aprovou as sanções das Nações Unidas.
Na sexta-feira a China alertou que a tensão poderia estar chegando a um a um ponto de não retorno. 

A PROFISSÃO DETEVE DE PARTICULAR E SANCIONADA

Sancionada lei que reconhece profissão de detetive particular
   
A profissão de detetive particular agora é reconhecida por lei. A Lei 13.432/2017 foi sancionada nessa terça-feira (11) e publicada com uma série de vetos nesta quarta-feira (12) no Diário Oficial da União.
A nova lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 106/2014, aprovado no Senado em 15 de março. O texto entra em vigor já nesta quarta-feira (12).
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Será considerado detetive particular o profissional que, por conta própria ou na forma de sociedade civil ou empresarial, colete dados e informações de natureza não criminal, para o esclarecimento de assuntos de interesse privado do cliente.
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De acordo com a nova lei, o detetive particular pode colaborar com investigação policial em curso, desde que expressamente autorizado pelo cliente e com consentimento do delegado de polícia.
Farão parte dos deveres do profissional preservar o sigilo de fontes e respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem das pessoas.
Entre as proibições à atividade, estão a de aceitar serviço que contribua para a prática de crimes, divulgar os meios e os resultados da coleta de informações salvo em defesa própria, participar diretamente de diligências policiais, e ainda utilizar os dados coletados contra o cliente contratante.
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O detetive particular será acionado via contrato, que poderá ou não conter seguro de vida para o profissional.
Vetos
O primeiro trecho vetado da lei dizia que o texto “regulamenta” a profissão. O presidente Michel Temer decidiu afastar o teor de regulamentação da atividade, para possibilitar a execução de funções similares por outros profissionais.
Também foi vetado o artigo que determinava as informações passíveis de investigação. De acordo com a justificativa para o veto, o texto trazia insegurança jurídica, ao não ser claro se essas atividades são privativas do detetive ou compartilháveis com outros profissionais.
Foram vetados ainda os pré-requisitos para a profissão. Entre as exigências, estavam a posse de diploma de nível médio e o atendimento a curso de formação profissional com carga horária de, no mínimo, 600 horas. De acordo com Temer, a necessidade de curso específico impediria a atuação de detetives sem a habilitação e também de profissionais de outras áreas, “sem que se caracterize potencial dano social”.


Morre José Clarindo ( Zeza)

Morre nesta manhã em São Roberto Jose Clarindo da Silva,por volta das 10;00 Deixa 13 filhos 8 mulheres e 5 homens e esposa e 27 netos e 1...