05/04/2017

ENCHENTE EM TRIZIDELA DO VALE


Pedreiras: Algumas famílias já estão desabrigadas pela enchente do Rio Mearim



Rua São Pedro (Matadouro) em Pedreiras/Foto: Sandro Vagner

Algumas famílias residentes no bairro Matadouro, em Pedreiras, já foram desabrigadas pela enchente do rio Mearim. Nas ruas São Pedro, e São João,  já existem casas  fechadas e a CEMAR fez o desligamento da rede elétrica, devido o risco de choque. A Unidade  de Ensino Naíse Trindade, foi a primeira escola a servir como abrigo.

Ponte Renato Ribeiro/Foto: Sandro Vagner

A ponte Renato Ribeiro, no bairro Matadouro, que dá acesso ao povoado Santa Emília, está interditada. Existe um desvio, mas mesmo assim, algumas pessoas e condutores de motocicletas se arriscam durante a passagem.

Balneário da Serraria em Trizidela do Vale/Foto: Sandro Vagner

Segundo o Coordenador da Defesa Civil de Trizidela do Vale, Otone de Sousa, hoje (5), o nível do rio voltou a subir. A última leitura da régua, realizada as 7:10 desta quarta-feira (5) indicou um aumento de 30cm, de ontem para hoje, com isso, o Mearim está com 6,27cm (seis metros e vinte e sete centímetros) acima do nível normal.

Rio Mearim (sentido Bacabal)/Foto: Sandro Vagner

As secretarias de Assistência Social de Pedreiras e Trizidela do Vale, já estão tomando as medidas cabíveis para não deixar nenhuma família desabrigada, sem assistência.



PORTO DE ITAQUI EM SÃO LUIS

Deu no Valor Econômico: Porto do Itaqui quer ser opção de saída para carnes
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Por: John Cutrim

O porto maranhense de Itaqui, localizado na capital São Luís, pretende iniciar no segundo semestre deste ano as operações com contêineres, abrindo caminho para uma ambição antiga do Estado: tornar-se mais uma opção de saída para a carne exportada pelo Brasil.
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O porto público investiu R$ 30 milhões para adequações que permitirão a movimentação de contêineres simples e os “reefers” – refrigerados e voltados a perecíveis. Não é pouca coisa, diz Ted Lago, superintendente de Itaqui. “Pegamos um porto sucateado”.
Após registrar aumento de cem vezes em seu lucro líquido entre 2014 e 2016, para R$ 400 milhões, Itaqui precisa se diversificar, diz Lago. Além de combustíveis, celulose e outros granéis sólidos, o porto cresceu nos últimos dois anos em grãos, com a chegada do Tegram. Nesse sentido, as apostas no setor de proteína animal ganham peso à medida em que os grãos avançam em Matopiba. Itaqui recebe soja e milho de seis Estados, além do Maranhão.
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Com o segundo maior rebanho bovino do Nordeste, com 7,6 milhões de cabeças, a verticalização da cadeia da proteína foi colocada no topo da agenda. “Não queremos ser apenas um corredor do grão para o exterior, mas agregar valor colocando o grão na boca do boi”, diz Lago, que esteve em São Paulo para a feira de logística Intermodal.
Entre as benfeitorias, ele cita a ampliação do pátio para contêineres e a instalação de “centenas” de tomadas – sem as quais não se tem refrigeração. Isso exigiu uma readequação geral da rede elétrica. A extensão do ramal ferroviário, operado pela VLI, até o futuro pátio também está contemplada nos investimentos. Outros R$ 255 milhões – dinheiro de caixa – foram aprovados para reformar os sistemas de iluminação, combate a incêndios e de radares para navios, além da construção de novo berço de atracação.
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Itaqui chegou a movimentar contêineres com alumínio, mas as operações foram paralisadas, diz Lago. Os investimentos atuais, no entanto, devem ter efeito cascata sobre os demais elos da cadeia, beneficiando pecuaristas do Estado e atraindo frigoríficos. O Maranhão tem apenas duas unidades de abate de bovinos.
As futuras exportações de carne não deverão substituir eventuais embarques de boi em pé. Em 2015, um acidente no porto de Vila do Conde (PA) redirecionou animais do Minerva para Itaqui. “Esses dois únicos embarques geraram R$ 40 milhões a quase 200 pecuaristas do Maranhão”, diz Lago. “Carne processada e boi tem tempos diferentes. Podemos fazer os dois”. O Estado tem a seu favor o status de livre de aftosa com vacinação.
Lago diz que um resultado concreto desse novo viés é a instalação da primeira unidade de abate de aves no Estado. Segundo ele, o Grupo Notaro, de Pernambuco, investe em unidade em Balsas com capacidade de abate de 150 mil aves/ dia. Procurado, o Notaro não se manifestou até o fechamento desta edição.




PMDB EM CRISE AFIRMA RENAN CALHEIROS


"Temer não tem para onde ir", diz Renan em jantar

Líder do PMDB no Senado chegou a dizer que, "se continuar como está, o governo vai cair para um lado e o partido para o outro"
Nas últimas semanas, Renan Calheiros tem subido o tom contra as reformas / Adriano Machado/Reuters Nas últimas semanas, Renan Calheiros tem subido o tom contra as reformasAdriano Machado/Reuters
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considera difícil a situação do presidente Michel Temer (PMDB) no governo. "Diziam que a [ex-presidente] Dilma [Rousseff] não tinha para onde ir, e o [presidente Michel] Temer não tem para onde ir", disse Renan a aliados na noite desta terça-feira, segundo parlamentares que participaram do jantar da bancada na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), em Brasília.

No encontro, que contou com a presença de pouco mais da metade da bancada - a maior da Casa, com 22 parlamentares - alguns senadores teriam reclamado da pressão feita pelo Palácio do Planalto pela aprovação da reforma da Previdência. A avaliação é de que a cúpula do governo, o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) não "entende" a situação dos congressistas porque não "dependem" do voto popular.

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Renan Calheiros diz que governo Temer é 'errático' 


"Nenhum deles é candidato a nada e nas últimas eleições que disputaram perderam. Agora querem cobrar dos parlamentares. Estão pedindo o que não vão ganhar", afirmou um peemedebista que participou do jantar. "É terrível o que querem impor ao Congresso. O povo não quer [as reformas] e os congressistas vivem de voto. Estão propondo suicídio político", avaliou o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Nas últimas semanas, Renan tem subido o tom contra as reformas. Ontem, ele chegou a dizer que, "se continuar como está, o governo vai cair para um lado e o PMDB para o outro". Para Raimundo Lira (PMDB-PB), que participou da confraternização, esta é uma posição pessoal de Renan. "Não vejo nenhum grupo dentro do PMDB pensar dessa forma. Até porque a reforma [da Previdência] está cada dia mais tendo possibilidade de ser amenizada", considerou.

O jantar, que começou por volta da meia noite, durou cerca de três horas. Os ministros Dyogo Oliveira (Planejamento) e Helder Barbalho (Integração Nacional) também estiverem no encontro, mas segundo parlamentares, falaram pouco. Além deles, o ex-presidente José Sarney e sua filha, Roseana Sarney, marcaram presença. Nas conversas, Sarney teria reforçado o discurso de Renan, de que o governo tem que dialogar mais.

Entre os senadores presentes, além de Renan, Kátia, Requião e Raimundo, compareceram o líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), Jader Barbalho (PA), Rose de Freitas (ES), Valdir Raupp (RO), Marta Suplicy (SP), Elmano Férrer (PI), Hélio José (DF), Dário Berger (SC) e Garibaldi Alves (RN). Como já era esperado, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (CE), não compareceu ao jantar.

A confraternização, de acordo com parlamentares, não teve motivação política, e sim na vontade da bancada de se reunir para comer um dos pratos típicos do Tocantins, a fritada de aratu, considerada especialidade de Kátia. "Na fritada de aratu, Temer também foi fritado", brincou um dos senadores presentes

10 PESSOAS SÃO ASSASSINADA EM SÃO PAULO

Dez pessoas são assassinadas em duas chacinas em São Paulo
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Estadão Conteúdo
Atiradores mataram ao menos dez pessoas e deixaram outras três feridas em duas chacinas ocorridas entre a noite de terça-feira, 4, e a madrugada desta quarta-feira, 5, na capital paulista. Os casos foram no Jaçanã, na zona norte, e no Campo Limpo, na zona sul.
Sete pessoas foram mortas em um bar na Rua Antônio Sérgio de Matos, no Jaçanã, no final da noite. Seis morreram baleadas no local e um ferido foi socorrido, mas não resistiu e morreu em um hospital. Conforme a Polícia Militar (PM), ainda há um ferido internado em estado crítico e outro em estado regular.
A chacina na zona norte aconteceu no Conjunto Habitacional Jova Rural, onde há uma base da PM instalada a poucos metros do bar. Um Centro de Integração da Cidadania (CIC) também fica localizado em uma rua próxima. Testemunhas relataram que os autores dos disparos chegaram ao local em um carro e uma moto. Após disparar contra os clientes do estabelecimento, fugiram em alta velocidade. Ninguém havia sido preso às 8h desta quarta-feira, 5.
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Zona sul

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Já no Campo Limpo, três pessoas foram mortas e uma ficou ferida por disparos na Rua Professora Nina Stocco, na região do Jardim Catanduva. Os atiradores também não foram localizados até o início da manhã desta quarta-feira. Os casos serão investigados pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil.

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