RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

20/02/2017

QUARESMA: TEMPO DE ORAÇÃO


Não somente reduzindo os alimentos, mas sobretudo abstendo-se do pecado. Dentre todas as solenidades cristãs o primeiro lugar é ocupado pelo mistério pascal. Devemos nos preparar para vivê-lo convenientemente. É por isso que foi instituida a quaresma, um tempo de quarenta dias para chegar dignamente à celebração do tríduo pascal.

A quaresma, como pratica obrigatória, foi instituída no IV século. Mas desde sempre os cristãos se preparavam para a Páscoa com uma oração intensa, jejum e penitência. O número de quarenta dias tem um significado simbólico-bíblico: quarenta são os dias do dilúvio, da permanência de Moisés no monte Sinai, das tentações de Jesus.
Na verdade, se a quaresma é um tempo privilegiado para o nosso aperfeiçoamento, toda a nossa vida de cristãos deve ser vivida como esforço para adquirir as virtudes e lutar contra o inimigo, o diabo. Já o apóstolo Pedro exortava os cristãos: “Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, rodeia como um leão a rugir, procurando a quem devorar. Resisti-lhe, fortes na fé” (I Pd., 5, 8-9a).

Este combate é um combate interior. O papa Leão Magno (440-461) numa sua pregação, disse: “É agora que os nossos corações devem se mover com maior fervor para a perfeição espiritual… Muitos combates acontecem dentro de nós mesmos, os desejos da carne se opõem aos do espírito, e os do espírito aos da carne… Mas, aquele que está em nós é mais forte do que aquele que está contra nós”. O mesmo Papa, noutra homilía: “A quaresma é tempo de limpar e enfeitar a casa por dentro. Convém que vivamos sempre de modo sábio e santo, dirigindo nossa vontade e nossas ações para aquilo que sabemos agradar a Deus”.

A nossa vida está posta no meio das dificuldades e dos combates; se quisermos ser vencedores, é preciso combater. É por isso que precisa uma oração intensa e contínua. Uma oração não limitada às praticas de oração, mas entendida como uma vida de profunda intimidade com o Deus Trindade que mora dentro de nós. Um Autor do IV sec., o Pseudo-Crisóstomo, escreveu: “Não devemos orientar o pensamento para Deus apenas quando nos aplicamos à oração; também no meio das mais variadas tarefas é preciso conservar sempre vivo o desejo e a lembrança de Deus. A oração é a luz da alma, alegra a alma e tranquiliza o coração”.
O jejum é fundamental para a nossa purificação. Mas o fim não é tanto a abstinência das comidas, quanto dos vicios. Ainda nos exorta o papa Leão Magno: “Mortifiquemos um pouco o homem exterior para que o interior seja restaurado; perdendo um pouco do excesso corpóreo, o espírito robustece-se”. É inútil o jejum se não se praticam as virtudes. Cuidados para não cair na repreensão de Deus feita pelo profeta Isaías (58, 1-10)… Precisa cumprir a prescrição que remonta aos apóstolos, de jejuar quarenta dias; não somente reduzindo os alimentos, mas sobretudo abstendo-se do pecado… O sentido do jejum não reside somente na abstenção dos alimentos. Esta traz proveito se o coração se afasta da iniqûidade e a língua se abstenha da calúnia e se pratica a mansidão e paciência… O jejum tem por objetivo suprimir os desejos corporais e ações desordenadas”.

O bispo São Pedro Crisologo escreveu: “Homem, oferece a Deus a tua alma, oferece a oblação do jejum, para que seja uma oferenda pura, um sacrificio santo”.
Mas tudo isso não está completo se não se adianta um terceiro elemento: a penitência, no sentido de ter misericórdia e compreensão com os outros. Por isso, São Pedro Crisólogo adianta: “Para que esta oferta seja aceita a Deus, deve acompanhá-la a misericórdia; o jejum só dá frutos se for regado pela misericordia, pois a aridez da misericórdia faz secar o jejum”.
Fonte: (Zenit.org)
Dinâmica: Ser Luz no mundo de escuridão
Objetivo: Refletir sobre nossa atitude como luz do mundo, ser forte as tentações.
Material: 1 prato, transparente, 1 copo transparente, 1 vela, Água, fósforos ou isqueiro.
Procedimento: Distribuir os objetos as catequizandos e instruir que sigam os passos a medida com o catequista solicitar
- Colocar a vela no centro do prato, em posição vertical, observando se a mesma está firme.
- Coloquem a água no prato, tendo cuidado para não transbordar.
- O catequizando, representando pela vela acesa, é luz do mundo. O meio em vivemos está simbolizado pelo prato e a água é a Palavra de Deus que é fonte de toda vida, lava e purifica. Leiam Ef. 5, 26.
- O Prato também nos remete ao alimento, importante frisar a importância do jejum, e não apenas de alimentos, mais especialmente do pecado
- Vivemos inseridos no mundo, mas temos a Palavra de Deus como guia de nossa caminhada cristã, além de gozarmos da purificação, santificação. Rezar Sl. 119, 105.
- O copo representará aquilo que pode apagar nossa luz, como: O pecado, as tentações, a desobediência, a prática de coisas ilícitas etc. Então, em seguida, coloquem o copo emborcado sobre a vela.
O que aconteceu? Mostrem para os catequizandos as reações ocorridas.
Estamos deixando o capo cair sobre nós, o que estamos fazendo?
A agua a nosso redor, está nos molhando, nos encharcando ou nos afogando?
Nosso prato tem água suficiente para todos os sedentos e famintos?
Além da vela ter se apagado, toda a água foi sugada para dentro do copo! (Importante está atendo para percepção fenômenos físicos e químicos, se necessário explicar aso catequizando no caso de crianças)
Que lições podemos tirar desse fenômeno?
- Para finalizar, leiam: Mt 5, 14 - 16 e Rm 12, 2.

Autoria desconhecida. Ajuste e adaptações: Joylson Carvalho,


CATEQUESE DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL1

A nova iniciação cristã

Cientistas RELAÇÃO ENTRE depilação pubiana e DSTs

Cientistas encontram relação entre depilação pubiana e DSTs

Cientistas encontram relação entre depilação pubiana e DSTs
As pessoas que se depilam ou raspam os pelos pubianos sofrem com maior frequência de doenças sexualmente transmissíveis - AFP
As pessoas que se depilam ou raspam os pelos pubianos sofrem com maior frequência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), destaca um estudo publicado nesta terça-feira, uma tese que, no entanto, não estabelece uma relação causa-efeito.
Segundo uma pesquisa realizada com cerca de 7.500 pessoas de entre 18 e 65 anos nos Estados Unidos, os participantes que haviam depilado a região genital tinham uma incidência mais alta de doenças sexualmente transmissíveis como herpes, sífilis ou clamídia.
Os resultados da pesquisa foram ajustados para levar em conta as diferenças em relação à idade e à quantidade de parceiros sexuais dos pesquisados, informou o artigo, publicado na revista especializada Sexually Transmitted Infections.
Dos participantes, 74% declararam ter raspado ou depilado os pelos púbicos (84% mulheres e 66% homens).
Depois, os pesquisadores estabeleceram subcategorias para dividir as pessoas entre as que se depilavam mais de 11 vezes em um ano, as que faziam isso quase diariamente ou de forma semanal e as adeptas ocasionais.
Se a prevalência de DSTs foi de 13% entre os participantes do estudo, a incidência era de 8% entre as pessoas que nunca depilaram a região, enquanto as que fizeram isso ao menos uma vez tinham uma taxa de infecção de 14%.
Por sua vez, os adeptos à depilação integral tinham uma incidência de 18%.
A pesquisa se baseou em uma análise realizada pela consultora GfK em janeiro de 2014. No entanto, os autores do artigo reconheceram que não é possível estabelecer uma correlação de causa-efeito entre os dois fenômenos.
Uma hipótese “plausível” para explicar a relação podem ser os micro-cortes na pele, que favorecem a entrada de vírus e bactérias, indicaram os pesquisadores.
Outra possibilidade é que os que são adeptos da depilação de suas regiões íntimas têm a tendência de ter comportamentos sexuais de risco, acrescentaram.
Se esta última cogitação for correta, uma possibilidade pode ser realizar campanhas de prevenção para alertar as pessoas para que esperem que sua pele tenha cicatrizado da depilação antes de ter relações sexuais, indicaram os autores.

reino dos chimpanzés

Traição e morte no reino dos chimpanzés

Intrigas, disputas por poder, alianças desfeitas, ataques conjuntos. A incrível história do primata morto pelo próprio grupo mostra como os animais se parecem com os humanos


Traição e morte no reino dos chimpanzés

TRISTE FIM O corpo do primata ficou destroçado após a agressão conjunta do bando

O chimpanzé assumiu o comando do grupo em 2005. O posto é obtido em disputas que levam em consideração a força do proponente e sua capacidade de fazer alianças. Foudouko teve como seu segundo o primata Mamadou. Nas sociedades de chimpanzés, é assim que funciona. Todo líder tem seu auxiliar (macho beta), escolhido pelo poder de proteção ao comandante e intensidade da relação. Isso pode ser observado, por exemplo, pela quantidade de tempo em que eles fazem a catação. Nesse processo está mais do que catar piolhos um do outro. Está a manifestação de vínculo entre os envolvidos, assim como abraços e beijos dados uns nos outros. O macho beta oferece apoio, mas usufrui de benesses, como o direito de copular com uma fêmea no cio depois que o comandante tiver acasalado com ela.
Permanecer no poder exige do macho alfa habilidade para manter aliados e apaziguar o grupo. “É uma sociedade complexa e complicada”, diz o etólogo Eduardo Ottoni, da Universidade de São Paulo. “Ficar no comando envolve muita política.” Em Foudouko essas qualidades não eram assim tão presentes. O primata governou o bando na base do terror, assustando mais do que pacificando.
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Sua liderança durou três anos. Em 2007, Mamadou sofreu um grave ferimento na perna, deixando ele e Foudouko vulneráveis. Um ano depois, os machos jovens tiraram Foudouko de vez e o expulsaram do bando. Iniciou-se um exílio que durou cinco anos. “Não há registro de outro chimpanzé que tenha vivido tanto tempo longe do seu grupo”, afirma Jill Pruetz, da Universidade de Iowa. Ela acompanha o bando de Foudouko desde 2001 e é a autora do artigo recentemente publicado.
Embora afastado, o chimpanzé ficou por perto. Era sempre visto próximo do bando, na época liderado por David, irmão de Mamadou. À exceção dos dois irmãos, os outros primatas rechaçavam tentativas de aproximação. Até que em junho de 2013 os animais se organizaram para o ataque ao ex-líder. Os sons emitidos pelo bando foram ouvidos longe, no acampamento onde estavam os cientistas, inclusive Jill, acamada por conta da malária que havia contraído.
Quando um de seus assistentes, Michel Sadiakho, chegou ao local, não acreditava no que via. Foudouko, então com 17 anos, jazia no chão com as marcas da agressão. Mordidas e arranhões em duas patas, indicando que havia sido imobilizado para que os outros pudessem bater. Passado o clímax, os animais canibalizaram partes do corpo de Foudouko. Mamadou e David, os aliados, não participaram da matança.
FAMÍLIA SOPRANO
Não se sabe o que motivou reação tão agressiva. O ataque pode ter sido uma resposta à tentativa de Foudouko de copular com fêmeas ou uma manifestação de força dos animais jovens. O fato é que duas características tornaram especial a morte do chimpanzé: ser morto pela própria comunidade – antes, havia apenas oito registros de casos assim – e a extrema violência aplicada, incluindo o canibalismo. “Isso foi muito incomum”, disse à ISTOÉ o pesquisador Michael Wilson, da Universidade de Minnesota. “Tudo o que aconteceu me fez lembrar Família Soprano”, afirmou, referindo-se à série que conta a história nada tranquila de uma família de mafiosos americanos.
Considerando-se que 99% do DNA de homens e chimpanzés é exatamente igual, a comparação não é de todo descabida. Especialmente quando se analisa a trama que envolveu a morte de Foudouko: briga pelo poder, por fêmeas, traição dos mais jovens, alianças desfeitas, ataques coordenados. Não é difícil encontrar várias situações iguais na sociedade humana.

AULA DA ESCOLA DIOCESANA DE CATEQUESE DE BACABAL

AULA DA ESCOLA DIOCESANA ESTA SENDO REALIZADO NA CIDADE DE LAGO DA PEDRA  

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Morre José Clarindo ( Zeza)

Morre nesta manhã em São Roberto Jose Clarindo da Silva,por volta das 10;00 Deixa 13 filhos 8 mulheres e 5 homens e esposa e 27 netos e 1...