14/02/2017

Advogado de boliviana envolvida no caso do avião da Chape morre em audiência

Advogado de boliviana envolvida no caso do avião da Chape morre em audiência

Advogado de boliviana envolvida no caso do avião da Chape morre em audiência

O advogado Guido Colque, defensor da ex-funcionária da agência nacional de aviação civil da Bolívia, Celia Castedo, que é acusada de ter responsabilidade no acidente aéreo que vitimou a delegação da Chapecoense na Colômbia, morreu na noite desta segunda-feira de ataque cardíaco em uma audiência judicial por outro caso, informou uma fonte jurídica. A informação é da Revista Veja.
Colque participava de uma audiência em um tribunal do bairro Plan 3.000, na cidade de Santa Cruz, no leste da Bolívia, quando perdeu a consciência e acabou falecendo. “Ele sofreu um colapso em plena audiência. É inconcebível que, em uma casa de Justiça como a do Plan 3.000, não houvesse sequer um kit de primeiros socorros”, protestou o advogado Otto Ritter, amigo do falecido.

desenvolvimento em Esperantinópolis 2017

Em pouco mais de um mês de governo, Aluisinho leva o desenvolvimento a Esperantinópolis.


O prefeito Aluisinho em menos de dois meses já está honrando seus compromissos com a população de Esperantinópolis com trabalho responsável e direcionado a resolver os problemas mais urgentes do município, como a saúde, infraestrutura e educação. 

Na saúde faltava tudo, chegaram a deixar medicamentos vencerem sem distribuir ao povo carente. Os programas não estavam funcionando, por exemplo; os dentários e de vacinas. Medicamentos no hospital não tinham mais, faltavam plantonistas diariamente, PSF nem pensar. A saúde estava no fundo do poço. Porem com muitotrabalho Aluisinho e o secretário de saúde Dr. Frederico já fizeram muita coisa voltar a funcionar.

Hoje Esperantinópolis já é uma cidade limpa, pois esta foi uma das primeiras realizações do prefeito Aluisinho, que também já conseguiu junto ao governo do estado obras para melhorar a qualidade de vida da população como, a recuperação da Avenida Antônio Leal Arraes, a ponte da chegada do povoado Palmeiral. Para saúde ele conseguiu  uma nova ambulância para atender aos pacientes do município.












MPMA aciona ex-prefeitos de São Vicente Férrer e Cajapió

MPMA aciona ex-prefeitos de São Vicente Férrer e Cajapió por atos de improbidade administrativa


Ex-gestores não forneceram dados sobre as administrações aos prefeitos eleitos
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou, em 13 de fevereiro, duas Ações Civis Públicas por ato de improbidade administrativa em desfavor da ex-prefeita de São Vicente Férrer, Maria Raimunda Araújo Sousa, e do ex-prefeito de Cajapió, Raimundo Nonato Silva, devido à omissão durante os processos de transição entre as gestões das administrações municipais, em 2016.
Segundo a titular da Promotoria de Justiça de São Vicente Férrer, Alessandra Darub Alves, autora das duas manifestações, o artigo 156 da Constituição Estadual estabelece que os prefeitos são obrigados a entregar aos sucessores, em até dez dias após a proclamação do resultado da eleição, um relatório da situação administrativa dos municípios.
A omissão dos dois ex-gestores impossibilitou a adequada transição entre as gestões nos dois municípios.
SOLICITAÇÕES
Em 13 de outubro de 2016, o MPMA encaminhou notificações judiciais aos ex-gestores, requerendo o envio das informações necessárias às transições. Além disso, os dois novos administradores municipais, Conceição de Maria Pereira Castro (São Vicente Férrer) e Marcone Pinheiro Marques (Cajapió), impetraram mandados de segurança reforçando o pedido.
Entre outros documentos, deveriam ter sido encaminhadas a relação detalhada das dívidas do Município por credor; a lista dos servidores municipais efetivos e comissionados; a indicação de medidas para regularização das pendências municipais junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da União (TCU); e a lista das transferências a serem recebidas da União e do Estado para execução de convênios.
SÃO VICENTE FÉRRER
No caso de São Vicente Férrer, o pedido não foi atendido. “A ex-prefeita foi notificada judicialmente, por edital, além de ter sido acionada por meio de mandado de segurança e ter contestado o documento, afirmando que havia cumprido a determinação judicial, sem de fato tê-lo feito, deixando de cumprir a obrigação legal”, enfatiza a representante do MPMA, na ação.
CAJAPIÓ
Em Cajapió, as informações foram encaminhadas de forma incompleta pela equipe do ex-prefeito, Raimundo Nonato Silva. Faltaram documentos como pareceres, contratos e ordens de pagamento referentes à gestão anterior.
“Na reunião em que foi entregue a notificação judicial, o MPMA alertou o ex-prefeito sobre as consequências da não realização da transição”, recorda a promotora de justiça.
PEDIDOS
O MPMA pede a condenação de Maria Raimunda Araújo Sousa e Raimundo Nonato Silva ao ressarcimento integral do dano; perda da função pública (se houver); suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração recebida.
As sanções incluem a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.
CAMPANHA
A transição entre as gestões municipais é objeto da campanha institucional “A cidade não pode parar: campanha pela transparência na transição municipal”, lançada pelo MPMA em setembro de 2016.
A iniciativa é executada em parceria com a Rede de Controle da Gestão Pública, Movimento Maranhão Contra a Corrupção e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

REALIZA COLAGEM DE CARTAZES CONSCIENTIZANDO A POPULAÇÃO

A EQUIPE DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE DE SÃO ROBERTO REALIZA COLAGEM DE CARTAZES CONSCIENTIZANDO A POPULAÇÃO DA PREVENÇÃO CONTRA A DENGUE E FEBRE AMARELA: ENTRE NESSA LUTA POR QUE A PREVENÇÃO É A MELHOR OPÇÃO.  












Procuradoria denuncia Sérgio Cabral por 184 crimes de lavagem de dinheiro


O Ministério Público Federal no Rio denunciou nesta terça-feira, 14, à 7.ª Vara Federal o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) por 184 crimes de lavagem de dinheiro.
A acusação tem base na Operação Eficiência, realizada no escopo das investigações da força-tarefa da Lava Jato no Rio. Esta já é a quarta denúncia apresentada contra o peemedebista, que já é réu na Lava Jato em Curitiba e em outras duas ações penais no Rio.
Além de Sérgio Cabral, também foram denunciados por crimes de lavagem de dinheiro antigos aliados dele no governo do Rio e acusados de integrarem organização criminosa supostamente liderada pelo peemedebista – entre eles Carlos Miranda (147 crimes), Carlos Bezerra (97 crimes), Sérgio Castro de Oliveira (6 crimes), Ary Ferreira da Costa Filho (2 crimes), Adriana Ancelmo (7 crimes), Thiago de Aragão Gonçalves (7 crimes), Francisco de Assis Neto (29 crimes), e Álvaro José Galliez Novis (32 crimes).
A denúncia revela ainda “fatos criminosos de dois colaboradores, doleiros que faziam parte da organização como operadores financeiros”.
“Os doleiros recebiam dos demais denunciados dinheiro em espécie oriundo dos crimes de corrupção praticados, custodiavam tais recursos em seu escritório e os distribuíam posteriormente para pagamentos de despesas em favor dos membros do grupo criminoso”, diz a nova denúncia contra Cabral.
Os colaboradores forneceram uma planilha de controle de caixa que aponta que os recursos por eles custodiados foram utilizados para pagamentos de despesas, entre 1º de agosto de 2014 a 10 de junho de 2015, no valor de R$ 39.757.947,69 – uma média de aproximadamente R$ 4 milhões por mês.
As provas reunidas nas Operações Calicute – deflagrada em novembro de 2016 – e Eficiência, segundo a Procuradoria da República, comprovaram que Sérgio Cabral, e outros implicados promoveram lavagem de ativos.

MULHER DP PRESIDENTE TEMER , MARCELA TEMER

Jogo do Beneficiemte em São Roberto

CHINA MAIS ARMADA QUE OUTRO PAIS

China continua se armando mais rapidamente do que os demais países


(Arquivo) Ensaio de um desfile militar em Pequim - AFP/Arquivos

“A superioridade tecnológica militar do Ocidente, considerada consolidada, é cada vez mais desafiada”, afirma John Chipman, diretor do IISS, na apresentação nesta terça-feira em Londres deste relatório anual que faz referência ao equilíbrio das forças armadas no mundo.
Desde 2012, as despesas com a defesa não pararam de crescer entre 5% e 6% ao ano. No entanto, globalmente, o nível caiu 0,4% em 2016, principalmente devido a uma redução no Oriente Médio, cuja economia tem sido prejudicada pela queda dos preços do petróleo.
A China destinou em 2016 um orçamento de 145 bilhões de dólares para a defesa, mais de um terço dos gastos de todo o continente asiático. Muito longe dos Estados Unidos (604,5 bilhões), mas à frente da Rússia (com 58,9 bilhões), Arábia Saudita (56,9) e Reino Unido (52,2).
Símbolo deste progresso, a China, depois de criticar por muito anos os programas da antiga União Soviética ou da Rússia, “possui agora seus próprios canais de pesquisa, desenvolvimento e construção” de armas.
O país, que também investe maciçamente em navios e submarinos, “começa a vender armas ao exterior”, aponta John Chipman.

Polícia Civil prende ex-governador de Mato Grosso

Polícia Civil prende ex-governador de Mato Grosso

Segundo as investigações, as empresas Marmeleiro Auto Posto Ltda. e Saga Comércio Serviço Tecnológico e Informática Ltda. teriam pago propina de ao menos R$ 7 milhões para a organização criminosa supostamente liderada pelo peemedebista no Estado entre 2011 e 2014. Neste período, as duas empresas receberam aproximadamente R$ 300 milhões em contratos com o governo de Barbosa.
A investigação é conduzida pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Ao todo, 17 equipes de policiais civis, com delegados investigadores e escrivães, cumprem cinco mandados de prisão preventiva nove de condução coercitiva e nove de busca e apreensão domiciliar, nos estados de Mato Grosso, Santa Catariana e no Distrito Federal.
Os mandados de prisão foram cumpridos contra os investigados: Valdisio Juliano Viriato, Francisco Anis Faiad, Silval da Cunha Barbosa, Sílvio Cesar Corrêa Araújo, Jose Jesus Nunes Cordeiro. Entre os conduzidos de forma coercitiva para interrogatórios estão: Wilson Luiz Soares, Mario Balbino Lemes Junior, Rafael Yamada Torres, Marcel Souza de Cursi e Valdecir Cardoso de Almeida.
De acordo com a Polícia Civil do Mato Grosso, suspeitos são investigados em fraudes à licitação, corrupção, peculato e organização criminosa em contratos celebrados entre as empresas Marmeleiro Auto Posto Ltda. e Saga Comércio Serviço Tecnológico e Informática Ltda., nos anos de 2011 a 2014, com o Governo do Estado de Mato Grosso.
A Polícia Civil apurou que as empresas foram utilizadas pela organização criminosa, investigada na operação Sodoma, para desvios de recursos públicos e recebimento de propinas, “utilizando-se de duas importantes secretarias, a antiga Secretaria de Administração (Sad) e a Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Septu), antiga Secretaria de Infraestrutura (Sinfra)”, diz a nota divulgada pela Polícia.
Os presos e conduzidos estão sendo levados para a Defaz. As ordens judiciais foram decretadas pela Juíza da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, Selma Rosane Santos Arruda.

JOGO EM SÃO ROBERTO

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DESTAQUE  /  POLÍTICA Acabou o encanto pelos professores? Nas eleições de 2016, os professores foram peças fundamentais na campanha q...