RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

01/02/2017

Pimenta regularmente vive mais






Quem come pimenta vermelha regularmente vive mais. É a conclusão de uma pesquisa feita por uma universidade dos Estados Unidos. E na terra do acarajé quente, a notícia foi muito bem recebida...
Os cientistas americanos acompanharam por quase 20 anos a rotina alimentar de 16 mil pessoas. Uma parte delas consumia pimenta, outra não. Nesse período, os pesquisadores analisaram as mortes ocorridas entre essas pessoas e as causas, e descobriram que a mortalidade foi 13% menor entre os indivíduos que comiam pimenta vermelha pelo menos uma vez por mês.

A pesquisa não aponta uma causa, mas sugere que a explicação pode estar na capsaicina, substância responsável pelo ardor da pimenta e que age sobre os vasos sanguíneos, melhorando a circulação e regulando a pressão arterial. Com isso, diminuem os riscos de infarto e acidente vascular cerebral, o AVC.

População imune a vírus Zika após 1º surto é menor do que se imaginava

População imune a vírus Zika após 1º surto é menor do que se imaginava, diz estudo
Um ano após vírus ter sido considerado 'emergência global', especialistas temem volta da doença após novas descobertas.



Nova epidemia de zika não seria tão grande quanto em 2015, mas ainda não podemos afastar essa possibilidade', diz pesquisador (Foto: Divulgação)
Um ano após ter sido considerado emergência global pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em meio a um surto no Nordeste brasileiro, o vírus zika volta a ser uma preocupação para pesquisadores.
A doença causada pelo vírus, a zika, raramente leva à morte, mas, em mulheres grávidas, pode causar malformações no feto - e foi ligada ao nascimento de milhares de bebês com microcefalia desde o segundo semestre de 2015, principalmente na região Nordeste.
Novas descobertas sobre o comportamento do vírus, divulgadas na revista do Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC), indicam que o Nordeste poderia ter um novo surto de grandes proporções ainda este ano.
"Havia uma percepção de que a maioria da população estaria imune ao vírus após o primeiro surto, mas agora isso caiu por terra. Devemos acender o alerta", disse à BBC Brasil Carlos Brito, membro do Comitê Técnico de Arboviroses do Ministério da Saúde.
Até agora, os pesquisadores consideravam que, ao entrar em contato com uma população ainda não exposta a ele, o vírus Zika tinha a capacidade de atacar cerca de 80% das pessoas - o que significaria, em teoria, que a maior parte da população estaria imunizada contra um segundo ataque.
A estimativa, feita pela OMS e utilizada pelo Ministério da Saúde, se baseava em um estudo sobre o surto de zika nas ilhas Yap, na Micronésia que, segundo Brito, não parecia correto.
"Aquele estudo tinha muitas lacunas de metodologia e de amostra. Com base na nossa observação cotidiana dos casos já percebíamos que aqueles dados não eram coerentes."
Uma revisão dos dados da epidemia na Polinésia Francesa feita por cientistas franceses e polinésios, mostra que, na verdade, o vírus ataca cerca de 49% de uma população no primeiro contato.
"Esse resultado significa que metade da população entrou em contato com o vírus e a outra metade ainda está exposta. O medo agora é que em 2017 ou 2018 possamos ter um retorno da doença para esses 50% que ainda não foram atingidos", explica Brito.
"E ainda não temos evidências concretas de que as pessoas que já foram infectadas ficam realmente imunes. É o que geralmente acontece com as arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos), mas ainda não há certeza no caso do Zika."
Sem sintomas?
Outra estimativa inicial da OMS, também baseada nas estatísticas da Micronésia e agora questionada pelos novos dados, é a de que 80% das pessoas que contraem a doença não apresentam sintomas.
"Neste novo estudo sobre a Polinésia, eles já dizem que só 56% das pessoas que tiveram a doença não apresentavam sintomas. Ainda não temos um novo percentual definitivo, eu vejo um percentual até menor na clínica, mas já sabemos que é bem menos que 80%", afirma Brito.
"Nós analisamos 87 gestantes que tiveram Zika e 70% delas tinham sintomas, especialmente o rash (vermelhidão e coceira no corpo). No surto aqui, as emergências ficavam lotadas com pacientes com o mesmo sintoma."
Se o Nordeste, que já foi atingido fortemente pelo vírus, não está imune, outros Estados brasileiros têm ainda mais razões para se preocupar, segundo o pesquisador.
"Nem sempre se tem um surto grande em todo o país quando um vírus entra. Os surtos ocorrem com intensidades diferentes em locais diferentes. A dengue está no Brasil há 30 anos e só agora consideramos que São Paulo teve um surto expressivo, por exemplo", diz.
O Brasil ainda não tem, segundo ele, estimativas da soroprevalência do vírus em cada Estado. Por isso, ainda não é possível saber quantas pessoas foram infectadas no primeiro surto em cada local.
"É um grande erro achar que o Zika e a microcefalia foram um problema só de Pernambuco. Ou só do Nordeste."
'Para ficar'
No segundo semestre de 2015, quando médicos registraram um aumento incomum no número de bebês nascendo com microcefalia em Pernambuco, Carlos Brito foi o primeiro especialista a levantar uma possível conexão entre as malformações e o vírus Zika.
Começavam a aparecer as consequências mais graves do surto da doença, que tinha atingido pela primeira vez o Estado, e que teve um pico entre março e abril daquele ano.
Com o aumento de casos de microcefalia - uma malformação no cérebro - e de outras complicações causadas pelo Zika, que também chegava a outros países das Américas, a OMS declarou, em 1º de fevereiro de 2016, que o vírus era uma "emergência global".
Nos meses seguintes, o vírus chegou a 75 países e passou a circular em todos os Estados brasileiros.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil teve 214 mil casos prováveis de Zika desde fevereiro de 2016, quando a notificação dos casos tornou-se obrigatória, até 17 de dezembro. Cerca de 11 mil infecções em gestantes foram comprovadas.
Em novembro do ano passado, o status emergencial foi retirado pela OMS, mas em entrevista coletiva, o diretor-executivo do Programa de Emergências de Saúde do órgão, Pete Salama, disse que o vírus "veio para ficar".
No Nordeste, especialmente em Pernambuco, o surto de Zika foi seguido pelo forte ataque do vírus da febre chikungunya, também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
Os vírus da dengue, da chikungunya e da zika competem entre si dentro do mosquito, de acordo com Carlos Brito. Isso explica por que os surtos não ocorrem ao mesmo tempo e também indica que um retorno do Zika pode estar próximo.
"Os Estados do Nordeste que tiveram agora surtos de chikungunya tendem a ser atacados por outro arbovírus em seguida. Geralmente é assim que ocorre. E o número de casos de dengue aqui tem sido baixo, porque o vírus já circula há 30 anos. Por isso, o Zika é novamente o principal candidato."
"Imaginamos que, com os três vírus circulando, uma nova epidemia de Zika não seria tão grande quanto em 2015, mas ainda não podemos afastar essa possibilidade. A população não está protegida dos casos de microcefalia e de complicações neurológicas", afirma.
Sudeste
Pelo mesmo motivo, a região Sudeste, especialmente São Paulo, também pode estar mais vulnerável aos vírus da zika e da chikungunya, diz ele.
"Baixamos um pouco a guarda na vigilância e o mosquito está disseminado. Tanto é que batemos recordes de casos de dengue em 2015 e em 2016. Em São Paulo tivemos o primeiro surto expressivo de dengue em 30 anos. Este ano, zika ou chikungunya são candidatos fortes."
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil teve quase 1,5 milhão de casos de dengue de janeiro a 24 de dezembro de 2016 - o surto foi maior na região Sudeste.
No início de janeiro, o Ministério da Saúde afirmou ter repassado R$ 178 milhões a Estados e municípios para ações de vigilância e combate ao Aedes aegypti.
A pasta também anunciou que será obrigatório para todos os municípios de mais de 2 mil habitantes realizar o Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa), que identifica os locais onde há focos do mosquito. Até então, os municípios podiam escolher se aderiam ou não ao levantamento.

sete dicas cientificamente comprovadas para reduzir o estresse

Veja sete dicas cientificamente comprovadas para reduzir o estresse

G1 publica série de matérias por ocasião do Dia Mundial da Saúde.
Respirar fundo, soltar musculatura e praticar exercícios podem ajudar.

Mulher medita na praia, em Nice. (Foto: Lionel Cironneau/AP)Mulher medita na praia, em Nice, na França: meditação é estratégia com eficácia comprovada de combate ao estresse (Foto: Lionel Cironneau/AP)
O estresse faz parte do cotidiano de uma parcela grande dos brasileiros. Segundo uma pesquisa online feita pelo Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS) com 2.195 brasileiros, 34% dos entrevistados afirmaram ter um nível de estresse “excessivo”.
Respirar fundo, meditar ou tomar um suco de maracujá são alguns dos conselhos que os estressados costumam ouvir. Mas quais dessas recomendações têm sua eficácia cientificamente comprovada? Veja algumas estratégias para prevenir ou lidar com situações de estresse que têm o aval da ciência.
Respire fundo
Pessoas participam na manhã deste domingo (9) de uma sessão de ioga em Le Bois de la Cambre, em Bruxelas  (Foto: Reuters)Pessoas respiram profundamente em uma sessão de ioga em Le Bois de la Cambre, em Bruxelas (Foto: Reuters)
Várias pesquisas indicam que uma das melhores técnicas a ser aplicada em um momento de estresse é a respiração profunda e abdominal, segundo a psicóloga Marilda Lipp, diretora do IPCS. “Inspire pelo nariz, contando até 5 e expire pela boca, contando até 10. Quando se respira lentamente e profundamente, oxigena-se as células cerebrais e a pessoa se tranquiliza”, diz a especialista.
Um estudo publicado na revista “Complementary Therapies in Medicine" em 2006 observou o efeito da respiração lenta em casos de pacientes hipertensos. A conclusão foi que mesmo uma única sessão de respiração lenta de 10 minutos foi capaz de diminuir a pressão sanguínea.
Outro estudo, publicado no periódico espanhol “Revista de Enfermería” em 2010, concluiu que um número pequeno de sessões de terapia de controle da respiração teve um efeito significativo em reduzir o cortisol, hormônio indicativo de estresse.
Portanto a máxima “respire fundo” não é apenas um chavão, mas um conselho que vale a pena seguir.
Solte a musculatura
SÁBADO 18 - Aula de alongamento (Foto: Fernando Pilatos/TV Globo)Aula de alongamento ao ar livre: relaxamento ajuda a controlar estresse (Foto: Fernando Pilatos/TV Globo)
Inúmeras pesquisas já estudaram os efeitos do relaxamento muscular no controle do estresse em vários grupos populacionais. Um deles, publicado em 2014 na revista “Journal of Nursing and Health Science” mostrou que a adoção de um programa de relaxamento muscular foi capaz de diminuir consideravelmente o estresse de enfermeiras de hospitais de uma cidade americana.
Marilda observa que quando alguém está estressado, tensiona não só a mente, mas também a musculatura. “No momento de tensão, é preciso soltar a musculatura. Um exercício muito bom é o do ‘boneco de pano’, em que a pessoa solta o corpo em uma cadeira como se seu corpo fosse mole como o de um boneco”, diz.
Dê um tempo
O conselho é da “British Heart Foundation”, organização que financia pesquisas sobre doenças cardiovasculares: “Se você está se sentindo estressado e tenso, ou se você se sente frustrado, bravo ou depressivo, dê um passo para trás”, diz um guia organizado pela instituição para ajudar o público leigo a lidar com o estresse.
“Em um momento de estresse, é importante sair de perto do que está acontecendo por alguns minutos, dar uma volta e retornar para resolver o problema. Isso deve ser feito na hora da tensão, da briga, do desafio”, completa Marilda.
Faça exercícios
Exercício físico (Foto: Marcos Santos/USP Imagens/fotospublicas.com)Prática de exercício físico ajuda a aliviar estresse (Foto: Marcos Santos/USP Imagens/fotospublicas.com)
Exercícios físicos também são importantes aliados no combate ao estresse. Pesquisas mostram que a prática aumenta a produção de endorfina, neurotransmissor que proporciona bem-estar. O simples fato de concentrar-se no próprio corpo e esquecer por alguns minutos das tensões diárias já é suficiente para aliviar o estresse.
“Existe uma correlação enorme entre mente e corpo. Quando se estressa mentalmente, o corpo acompanha”, diz Marilda. O ato de exercitar o corpo, portanto, ajuda a mente a sair do estado de estresse.
Pratique meditação
A eficácia da meditação para o controle de estresse vem sendo corroborada por diversas pesquisas. É o caso do estudo publicado em 2011 na revista “Evidence-based complementary and alternative medicine”.
Ao avaliar o efeito da meditação em 178 adultos trabalhadores em comparação a um grupo controle, que não participou da prática, a conclusão foi que a meditação silenciosa orientada é uma estratégia segura e efetiva para lidar com o estresse do trabalho, além de sentimentos depressivos.
Dedique-se a trabalhos manuais
Iniciativa Tricô do Bem ajuda mães em Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)Tricô tem efeito terapêutico contra estresse
(Foto: Reprodução/TV Diário)
Uma solução em potencial para combater o estresse é, por incrível que pareça, tricotar. Um estudo internacional publicado em 2013 entrevistou 3.545 pessoas de todo o mundo que tinham em comum o hábito de tricotar.
Os participantes relatavam que tricotavam para relaxar, aliviar o estresse e estimular a criatividade. “Os resultados mostram uma relação significante entre a frequência do ato de tricotar e a frequência de sentir-se calmo e feliz”, afirmam os pesquisadores, em artigo publicado na revista “The British Journal of Occupational Therapy”.
O mesmo vale para atividades similares, segundo especialistas: trabalhos manuais em geral têm potencial terapêutico no combate ao estresse e ansiedade.
Tire uma soneca
Homem foi flagrado tirando soneca com seu cão embaixo de uma cerejeira em Washington DC (EUA) (Foto: Karen Bleier/AFP)Homem foi flagrado tirando soneca com seu cão embaixo de uma cerejeira em Washington DC (EUA) (Foto: Karen Bleier/AFP)
O público leigo já podia imaginar, mas a ciência comprovou que sonecas durante o dia têm o efeito benéfico de reduzir o nível de estresse e estimular o sistema imunológico, compensando os efeitos negativos de uma noite mal dormida.
Foi o que cientistas constataram em um artigo publicado este ano na revista "Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism". Para obter o efeito, basta uma soneca de 30 minutos, segundo os cientistas, que analisaram o a urina e a saliva dos pacientes para medir seus níveis hormonais e constataram esses benefícios.

SELETIVOS EM VARIAS CIDADES NO MARANHÃO

EMPREGO Sesi e Senai oferecem 22 vagas profissionais no Maranhão As oportunidades são para pessoas de São Luís, Imperatriz, Açailândia, B...