RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

27/01/2017

FAMEM PEGA CARONA EM INICIATIVA DO DR.VANDO, DE SÃO ROBERTO.

FAMEM PEGA CARONA EM INICIATIVA DO DR.VANDO, DE SÃO ROBERTO.

SEXTA-FEIRA, 27 DE JANEIRO DE 2017


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As cidades maranhenses obtiveram uma importante vitória esta semana. O governador Flávio Dino, durante reunião com o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, prefeito Cleomar Tema (Tuntum), aprovou parecer normativo da Procuradoria Geral do Estado, através do Procurador-Geral adjunto do Estado, Dr.Vanderley Ramos dos Santos, de São Roberto, que fez o parecer adotando novos procedimentos para que prefeitos e prefeitas possam retirar seus municípios da situação de negativação junto ao Cadastro Estadual de Inadimplentes (CEI).

A medida – que desburocratiza o processo e permite que os municípios sejam beneficiados com convênios e parcerias do governo estadual nas áreas da saúde, educação e assistência social – foi considerada como a primeira grande conquista deste ano para o municipalismo no estado, uma vez que, até o mês passado, a referente demanda acabava sendo judicializada, situação não vantajosa para nenhuma das partes envolvidas.

Só para se ter uma ideia, os municípios tinham que aguardar, na maioria dos casos, a obtenção de uma liminar, cujo prazo demorava até 60 dias para ser concedida, e o estado acabava sendo condenado a pagar sucumbência de honorários.

O novo parecer normativo,é importante destacar, cumpre o que reza a Lei de Responsabilidade Fiscal que, desde 2000, determina que as sanções de suspensão de transferências voluntárias não eram aplicadas as ações de educação, saúde e assistência social.


Com o novo dispositivo, a partir de agora, os gestores devem adotar os seguintes procedimentos para regularizar a situação dos seus municípios: deve ser suspenso ou baixado o registro de inadimplência no CEI pelo órgão responsável pela inscrição do município que, sob nova gestão, demonstrar que a responsabilidade pela aplicação dos recursos recebidos pelo órgão estadual e prestação de contas respectivas era de inteira responsabilidade do gestor anterior; será exigido do novo gestor que comprove semestralmente ao órgão concedente, mediante certidão, o prosseguimento das ações adotadas, sob pena de retorno a situação de inadimplência; não será obstado, por inscrição no CEI, a formalização de convênios e outras avenças com municípios quando as ações a serem conveniadas disserem respeito às áreas de saúde, educação e assistência social.

Contas de luz devem subir 9% com indenização

Contas de luz devem subir 9% com indenização

A Indenização bilionária devida pelo governo às concessionárias de transmissão de energia, e que será paga pelos consumidores e empresas, deve gerar em 2017 um aumento de 8% a 9%, em média, nas contas de luz.
Essa previsão é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e é compartilhada pela Abradee, a associação que reúne as distribuidoras de energia. No final do ano passado, a Aneel previa que essa conta geraria uma alta menor, de 5%, na média.
O índice, porém, ainda pode mudar, já que o assunto passa por audiência pública e não está fechado. A estimativa foi feita com base nas informações disponíveis neste momento.
A indenização, de cerca de R$ 65 bilhões, será paga pelos próximos oito anos. Vai contribuir, portanto, para deixar as contas de luz mais caras até 2024, mas o impacto a cada ano varia. A partir de 2019, principalmente, tende a ser menor.
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, apontou que, mesmo que o impacto médio de 9% se confirme, essa alta vai ser inferior à redução dos custos com transmissão de energia nas contas de luz nos últimos anos.
“Lá trás, o impacto da redução da RAP [valor da remuneração paga às empresas de transmissão] foi muito maior”, explicou.
A previsão é que o repasse das indenizações às contas de luz comece em julho. Isso será feito adicionando o custo extra nos reajustes das tarifas das distribuidoras. Para as distribuidoras que passarem antes pelo processo de reajuste, a Aneel deve incluir um custo estimado.
Trecho de linha de transmissão de energia em Porto Velho, RO (Foto: Divulgação)
Trecho de linha de transmissão de energia em Porto Velho, RO (Foto: Divulgação)

Quem paga mais

O impacto da indenização às transmissoras nas contas de luz vai ser maior para alguns consumidores e menor para outros, dependendo da região onde vivem.
Consumidores do Norte, por exemplo, que vivem próximos a centros geradores de energia e onde o consumo é menor, devem ser menos impactados. Já consumidores que estão em regiões mais distantes das usinas e onde há mais consumo de energia, como algumas áreas do Sudeste, devem sentir impacto maior.
A tarifa de transmissão deve ficar quase três vezes maior, mas o impacto não será tão grande porque, em média, ela responde por cerca de 3% do total da conta de luz.

Reajuste negativo

Apesar disso, a consultoria Thymos Energia prevê que outros fatores, como a redução do valor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo usado pelo governo para financiar ações no setor, compensarão esse custo extra e as tarifas que serão revisadas no primeiro semestre de 2017 devem ter redução média de 2,5%.
Segundo estudo da consultoria, essa redução será ainda maior para as distribuidoras do Sudeste: 8,75%. Para o Centro-Oeste a queda estimada é de 5% e, para o Nordeste, de 0,5%.
No total, 29 concessionárias de todo o país passarão por processos de reajuste de suas tarifas no primeiro semestre de 2017, incluindo a Ampla (RJ), Cemig (MG), Energisa Mato Grosso (MT), Energisa Mato Grosso do Sul (MS), Coelba (BA) e a CELPE (PE).
Ricardo Savoia, diretor da Thymos Energia, destaca que os consumidores atendidos por essas empresas deverão ser compensados na tarifa, principalmente por causa da variação do dólar, que se desvalorizou ao longo de 2016, e do custo da energia, que ficou abaixo do previsto pela Aneel quando calculou os reajustes dessas distribuidoras no ano passado.
Savoia aponta, porém, que as tarifas devem ficar mais caras para os consumidores das distribuidoras que passarão por revisão ou reajuste tarifário no segundo semestre.
“A partir do segundo semestre deve haver aumento tarifário, porque no segundo semestre do ano passado essas distribuidoras já haviam compensado a disparidade que se criou entre o que foi estimado na última revisão e o que realmente ocorreu”, explicou.
Nelson Leite, presidente da Abradee (Foto: Divulgação/Abradee)
Nelson Leite, presidente da Abradee (Foto: Divulgação/Abradee)

Abradee vê alta

Já a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) acredita que a indenização levará a reajustes positivos em 2017, ou seja, alta nas contas de luz em todo o país.
“Se não tivesse o custo dessa indenização, teríamos reajustes negativos. Com o impacto da indenização, com certeza os reajustes serão positivos”, afirmou o presidente da associação, Nelson Leite.
A entidade prevê que o impacto das indenizações será um pouco maior que o estimado pela Aneel para as contas de luz em 2017: 9,2%, em média. Segundo Leite, consumidores industriais vão sentir ainda mais, pois a tarifa de uso do sistema de transmissão é maior para esses consumidores.
Nelson Leite acredita, no entanto, que o valor da indenização pode mudar após o período da audiência pública.
“A própria Aneel sinalizou que tem uma depreciação desses ativos dos últimos cinco anos que não foi descontada ainda. Cerca de R$ 5 bilhões. Eu acho que aquele valor é passível de ser alterado em função do que a própria Aneel sinalizou”, afirmou.
A Abrace, associação que representa os grandes consumidores de energia elétrica, tem se posicionado contra o pagamento da indenização. O presidente da associação, Edvaldo Santana, que já foi diretor da Aneel, acredita que não há necessidade de indenização e questiona ainda a compensação financeira que será paga – que supera o valor da própria indenização.
Segundo ele, a Abrace avalia entrar na Justiça caso a agência, após a audiência pública, mantenha os atuais termos da indenização.

Compensação

Esses R$ 65 bilhões vão compensar as concessionárias por investimentos feitos nas linhas de transmissão antes de 2000, mas que ainda não tinham sido totalmente pagos via tarifa.
Essa dívida deveria ter começado a ser paga em 2013, mas houve demora do governo. Dos R$ 65 bilhões, R$ 35 bilhões referem-se à atualização do valor, ou seja, é uma remuneração às empresas pelo atraso no pagamento.
Têm direito a receber a indenização as concessionárias que aceitaram, em 2012, a renovações de suas concessões dentro do plano lançado pela então presidente Dilma Rousseff e que, na época, levou ao barateamento das contas de luz.
Fonte: Fábio Amato e Laís Lis, G1, Brasília

Sarney diz que massacres em presídios são ‘vergonha’ para o país

Sarney diz que massacres em presídios são ‘vergonha’ para o país

No Maranhão, sob a gestão de sua filha, 60 detentos foram mortos em 2013

Pai da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), onde ocorreram massacres em presídios nos últimos anos, o ex-presidente José Sarney considerou uma “vergonha” para o país as matanças nas penitenciárias do Amazonas e de Roraima. Para Sarney, não se pode ficar “indiferente” às mortes.
– Acho uma vergonha para o país que essas barbaridades aconteçam. Não podemos ficar indiferentes à perda da vida humana. O Brasil está aceitando esses fatos como exercício do cotidiano. Só temos uma expressão: “valha-nos Deus” – disse.
O ex-presidente e ex-senador também criticou o ex-secretário nacional de Juventude do governo Michel Temer, Bruno Júlio (PMDB), que deixou o cargo ontem após declarar, ao GLOBO, que “tinha era que matar mais” presos.
– Foi uma coisa incompreensível. A juventude não pode pensar assim e acredito que ele não representa o pensamento dos jovens – afirmou.
Questionado se o governo federal está tomando as atitudes necessárias para lidar com a grave crise do sistema penitenciário, Sarney foi evasivo:
– Acho que o governo está diante de um fato que merece um tratamento diferente de todos os outros, porque ele lida com a crueldade e barbárie. Tenho impressão que o governo está com esse sentimento.
Sob a gestão de Roseana Sarney como governadora do estado, o sistema prisional maranhense viveu uma séria crise desde o fim de 2013, ano em que 60 detentos foram mortos em prisões do Maranhão, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao menos quatro deles foram decapitados. Em 2014, ao menos 21 detentos foram assassinados no sistema – treze só no Complexo de Pedrinhas. No mesmo ano, ocorreram cerca de 15 fugas de presos no estado, sendo que mais de 80 detentos escaparam e apenas 14 foram recapturados.
Naquela ocasião, Sarney isentou a filha de qualquer culpa sobre a crise. À época, o CNJ apontou que a então governadora não cumpriu as recomendações do órgão feitas desde 2008. Na ocasião, relatos que chegaram ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) apontaram que o sistema carcerário do Maranhão era o pior do país.
A peemedebista, que estava em seu quarto mandato como governadora do estado, se eximiu de culpa sobre as ocorrências. A família Sarney controlou politicamente o Maranhão por cerca de 50 anos, se revezando no poder estadual com seus aliados, até que o adversário Flávio Dino (PCdoB) foi eleito para o cargo e assumiu em 2015.

No Maranhão: Crianças Eram Abusadas E Usadas Em Rituais Macabros

No Maranhão: Crianças Eram Abusadas E Usadas Em Rituais Macabros

A menina apreendida foi trazida para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Teresina, onde prestou depoimento e confirmou que passou por um ritual de purificação em que são feitos cortes pelo corpo. “A criança é bem inteligente, mas não está estudando. Em depoimento, ela relatou como era feito todo o processo (do ritual). A menina contou que teve os cabelos cortados e marcas em forma de cruz foram feitas pelo pessoal do salão de umbanda durante um ritual religioso. Ela foi levada pelos pais para o local”, contou o conselheiro tutelar de Teresina Djan Moreira.
Após prestar depoimento na DPCA, a menina foi entregue aos cuidados do Conselho Tutelar de Timon, que está acompanhando a mãe da criança apreendida e vai continuar a investigação. A mãe não quis falar com a reportagem do G1. Uma filha da proprietária do salão de Umbanda, bem como seu advogado, também estavam na delegacia, mas também não quiseram falar com a imprensa.

Francisca Alice morreu no dia 28 de abril após 15 dias internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), com suspeita de intoxicação e tortura que teria sido praticada durante uma cerimônia religiosa. Um dia antes de vir a óbito, profissionais do HUT suspeitaram do abuso e pediram uma perícia para Serviço de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Sexual (
A promotora de justiça da Vara da Infância e Juventude de Teresina, Vera Lúcia Santos, que acompanha o caso também confirmou o estupro. Ela disse que todas as crianças que frequentaram o ritual de cura vão passar por exames para saber se sofreram tortura ou foram vítimas de abuso sexual.
Conselho verifica se mais crianças foram abusadas
Três meninos que também teriam sido submetidos a ritual de purificação em um salão de umbanda, localizado a 20 km da cidade de Timon, no Maranhão, foram levados ao Instituto Médico Legal de Teresina (IML) e passaram por exames de corpo de delito na terça-feira (3). Segundo a conselheira tutelar Socorro Arraes, as suspeitas de abuso sexual e tortura não foram confirmadas pelos procedimentos.
“Foram feitos os exames e não ficou comprovado nem abuso sexual e nem agressão física. Essas crianças também estiveram no salão de umbanda e essa análise é justamente para saber se eles também sofreram lesões como a menina de 10 anos que morreu. Agora iremos encaminhar os resultados para o Ministério Público e para a Polícia Civil. Mais crianças continuam sendo investigadas”, contou.
Investigação
O delegado Luccy Keiko, gerente de policiamento metropolitano de Teresina, revelou ao G1 nessa quarta-feira (4) que a conclusão dos laudos sobre a morte da menina de 10 anos, suspeita de intoxicação e tortura em ritual, deve sair em 15 dias. Segundo ele, a perícia feita no corpo da criança deve apontar também quando ocorrreu o abuso sexual na vítima.
“A delegada Tatiana Trigueiro, titular do caso, vem tentando ao máximo agilizar o resultado dos exames feitos no corpo da menina e no líquido ingerido por ela. A informação repassada pelo IML [Instituto Médico Legal] é que os laudos devem ficar prontos até o dia 15 deste mês. Vamos aguardar, porque queremos apresentar um laudo final sem questionamento”, contou o delegado.
Luccy Keiko explicou que com os laudos prontos, a polícia terá a definição da causa da morte da menina e há algumas respostas que faltam sobre o crime de abuso. Segundo o delegado, a partir dos resultados se pode determinar quem teve contato com a criança ou até mesmo identificar o suspeito do estupro de vulnerável.
Sobre o casos de torturas em outras quatro crianças, o delegado informou que as investigações vão acontecer junto com a Polícia Civil de Timon, no Maranhão, local onde acontecia os rituais. Caberá ao estado vizinho apurar a responsabilidade do salão de umbanda.
Vara da Infância
O Juizado da 1° Vara da Infância e Juventude de Teresina recebeu do Conselho Tutelar a denúncia de que mais de 20 crianças teriam sido submetidas a torturas nesses rituais. Com a informação, a juíza Maria Luiza de Moura Melo, disse que autorizou os conselheiros a recolher qualquer criança desacompanhada que apareça com as mesmas características dessa vítima (cabelo raspado e cicatrizes em forma de cruz).
Filhas de dona de salão negam tortura
Em entrevista ao G1 na semana passada, duas filhas da proprietária do salão de umbanda, onde os pais levavam a menina, negaram que as pessoas que frequentam o local sejam torturadas. Sem quererem se identificar, as mulheres afirmaram que os cortes nos praticantes de umbanda são superficiais e feitos com o consentimento dos responsáveis.
Uma das filhas da proprietária do salão de umbanda afirmou que ela e seus filhos passaram pelos procedimentos várias vezes e nunca sentiram nada e negou o uso de bebidas nos rituais. De acordo com a mulher, o ritual acontece da seguinte forma: a pessoa doente fica recolhida no quarto durante sete dias, recebendo apenas orações.
Sem deixar fazer o registro de foto ou vídeo, as mulheres mostraram algumas marcas pelo corpo e apresentaram os filhos com a cabeça raspada, informando que eles passaram pelos mesmos rituais.

10 mulheres sente dor em relações sexuais

Pesquisa britânica indica que uma em cada 10 mulheres sente dor em relações sexuais

Mulher com dorDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionO estudo envolveu cinco universidades e sete mil mulheres que vivem na Grã-Bretanha.
Um estudo britânico constatou que uma em cada dez mulheres sente dor durante a relação sexual.
A pesquisa, que entrevistou sete mil mulheres sexualmente ativas com idades entre 16 e 74 na Grã-Bretanha, sugere que a condição conhecida como dispareunia é comum e afeta mulheres de todas as idades, sendo muitas vezes negligenciada pelos próprios médicos.
Os especialistas destacaram que existem tratamentos eficazes para o problema, mas nem sempre as mulheres buscam ajuda: muitas sentem vergonha e ainda consideram um tabu falar sobre sexo.
A dispareunia se caracteriza por dores durante relações sexuais envolvendo penetração.
As dores no sexo geralmente são associadas a problemas como ressecamento vaginal, ansiedade e falta de prazer.
Mas há outras razões físicas, psicológicas e emocionais que podem estar ligadas a dores no sexo - e que podem ser difíceis de tratar.

Medo da dor

Algumas mulheres disseram que evitavam o sexo por causa do medo da dor.
A coordenadora da pesquisa britânica, Kirstin Mitchell, disse que "entre as mulheres mais jovens, a dor pode estar relacionada ao fato de estarem iniciando a vida sexual e aceitando práticas que o parceiro deseja, mas que na verdade não as excitam", diz.
"Ou ainda, elas podem ficar tensas porque o sexo é uma novidade e elas não se sentem 100% à vontade com o parceiro", completa.
Doenças sexuais, que podem ser diagnosticadas e tratadas, também podem tornar o sexo doloroso.
As mulheres na menopausa, por sua vez, podem sentir dor por causa do ressecamento da vagina.
Durante a menopausa, o declínio nos níveis do hormônio feminino estrogênio, que normalmente mantém os tecidos úmidos e saudáveis, pode causar secura vaginal.
O estudo, que envolveu os departamentos de ciências da saúde, ginecologia, psicologia e psiquiatria de cinco universidades britânicas, mostrou que as dores durante a relação sexual eram mais comuns entre as britânicas na faixa dos 50 e 60 e poucos anos, e na faixa etária entre 16 e 24 anos.
Casal na camaDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionEntre as britânicas, a vergonha de falar sobre sexo ainda impede muitas mulheres de buscarem ajuda médica.
Entre as que relataram dor durante o sexo (7,5%), um quarto sofrera com o problema frequentemente ou sempre que teve relações nos últimos seis meses ou mais.
Um terço destas mulheres disse que estava insatisfeita com sua vida sexual.

Busca por soluções

A entrevistada identificada apenas como Karen, de 62 anos, disse que seus problemas começaram aos 40.
"Senti que meu desejo sexual caiu muito, eu demorava mais para ficar excitada e, embora tivesse um marido compreensivo, comecei a sentir medo cada vez que ele me procurava", contou.
"Acho que é como qualquer musculatura: quanto menos você usa, pior é".
Karen recorreu a produtos lubrificantes, mas continuou com problemas.
"Tornou-se um círculo vicioso. Você se preocupa, fica tensa e isso só torna as coisas piores", admitiu.
Ela acabou desenvolvendo uma outra complicação, chamada vaginismo - a contração involuntária dos músculos próximos à vagina, que dificulta ou até impede a penetração na relação sexual.
"Não acontecia só durante o sexo, mas até quando eu ia ao médico fazer o exame preventivo. Eu deitava na maca e tentava fugir da enfermeira porque doía demais", lembrou.
Mulher cinquentona.Direito de imagemTHINKSTOCK
Image captionAs dores, comuns entre mulheres na menopausa, também causam desconforto para as mais jovens que estão iniciando a vida sexual, diz o estudo britânico.
Karen conversou com o médico, que receitou cremes com estrogênio e dilatadores vaginais para ajudar a controlar a contração involuntária dos músculos.
"As mulheres precisam saber que existe ajuda para todos os tipos de problema, principalmente porque estamos vivendo mais. Ninguém deve abandonar a vida sexual aos 50 anos", disse.
"Muitas mulheres não gostam de falar disso. Nós compartilhamos as dores do parto, mas ainda assim as mulheres da minha geração não costumam falar abertamente sobre sexo e menopausa. Nós devíamos mudar isso".
A coordenadora da pesquisa, Kirstin Mitchell, afirma que não são apenas as mulheres mais velhas que podem se sentir envergonhadas ao falar sobre sexo doloroso.
Uma outra pesquisa, feita com 200 universitárias no Canadá, indicou que metade das jovens considerou a sua primeira relação sexual dolorosa.
A médica britânica afirma que a educação sexual deveria preparar melhor as jovens para uma vida sexualmente ativa.
"Frequentemente, as aulas de educação sexual abordam doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Elas também deveriam preparar as pessoas para pensarem no que dá prazer sexual e para falar sobre o que gostam ou não em um relacionamento de confiança e respeito".
Os especialistas britânicos recomendam que qualquer pessoa que sinta dor durante ou depois do sexo busque ajuda de um médico ou em uma clínica especializada.
Se o problema tem origem emocional ou é consequência de ansiedade, um psicólogo ou terapeuta sexual também pode ajudar, afirmam.

posição na hora de dormir

O que sua posição na hora de dormir pode revelar sobre sua personalidade

Dormir é uma das melhores coisas da vida, e por isso mesmo devemos escolher uma posição confortável para esse momento.

Algumas coisas simples que fazemos no cotidiano possuem significados que nós nem imaginamos. Dormir é uma delas. Já parou para pensar que as posições que escolhemos para dormir podem dizer muito sobre a nossa personalidade?
Dormir é uma das melhores coisas da vida, e por isso mesmo devemos escolher uma posição confortável para esse momento, mas a verdade é que isso pode dizer muito sobre nós.
posições

1 – De lado

Pessoas que dormem nessa posição geralmente são tranquilas e confiáveis, costumam sorrir mesmo nos dias mais difíceis e se moldam com facilidade às mudanças que ocorrem em suas vidas.

2 – Posição fetal

A posição fetal, de lado, com os joelhos dobrados, é a posição mais comum na hora de dormir, principalmente para as mulheres. Pessoas que dormem assim geralmente buscam conforto e sentem necessidade de proteção. Tentam se isolar dos problemas que existem no mundo ao redor e se revelam sensíveis.

3 – Bruços

Pessoas que dormem de bruços geralmente são são impulsivas, gostam de tomar iniciativa e manter ordem na sua vida pessoal e profissional. Preferem planejar tudo com antecedência e são verdadeiros líderes, o que ajuda a alcançar o sucesso na vida.

4 – Deitado com barriga para cima

Quem dorme nessa posição costumam ter personalidade forte e ser o centro das atenções. Trabalha bastante, mas de uma maneira racional. São pessoas positivas que amam a vida e procuram dizer sempre a verdade.

5 – Barriga para cima e braços estendidos (Soldado)

Pessoas que dormem nessa posição geralmente são decididas, organizadas, esforçadas e muito exigentes consigo e com os outros, com tendência à rigidez. Não gostam de bagunça e na maioria das vezes levam as coisas muito a sério. São pessoas que sabem aonde querem chegar na vida e possui metas para tal.

6 – De lado com uma perna dobrada

Pessoas que dormem assim possuem uma personalidade imprevisível e um humor que varia bastante – o que pode confundir e muito as pessoas ao redor! Sentem dificuldade em tomar decisões e são atraídas por aventuras.

7 – Várias posições

Quem dorme em várias posições possui uma personalidade que varia, com traços de personalidade que nem a própria pessoa conhece ainda.

Alunos fazem corredor de aplausos para se despedir de professor



'Ele deu belas lições de vida': alunos fazem corredor de aplausos para se despedir de professor e vídeo viraliza

Foi uma homenagem que acabou correndo o mundo, a recebida pelo professor francês de educação física Alain Donnat ao se aposentar, após 39 anos de profissão.
No seu último dia de trabalho, os 700 alunos do colégio fizeram uma longa fila de honra e gritaram seu nome sob intensos aplausos.
As imagens da cena - filmadas e divulgadas por sua esposa, Muriel, em sua página no Facebook - já foram vistas mais de 25 milhões de vezes, segundo ela, incluindo os compartilhamentos e inúmeros sites em todo o mundo que também publicaram o vídeo.
"Estava prestes a deixar o colégio pela última vez. Saí do escritório e vi os alunos formando um corredor de honra. Não sabia o que fazer. No início, andei rápido para acabar logo porque as emoções eram muito fortes", contou à BBC Brasil o professor, 68 anos, especializado em atletismo e futebol.
"Foi um momento mágico, inesquecível. Sou uma pessoa pudica e fiquei um pouco constrangido, mas precisava continuar avançando para estar à altura do que as crianças estavam fazendo."
Professor Alain Donnat se despede dos alunos em escola na BorgonhaDireito de imagemMURIEL DONNAT
Image captionProfessor Alain Donnat se despede dos alunos em escola na Borgonha
No vídeo da despedida, Donnat aparece com lágrimas nos olhos enquanto percorre em silêncio o caminho até a porta do prédio.
"Cruzei olhares de crianças que choravam. Também fiquei com lágrimas nos olhos. Quando cheguei ao final, queria agradecer com palavras, mas não conseguia falar", completa Donnat.
Ele ainda se sente profundamente tocado pela surpresa feita em dezembro pelos alunos e funcionários do colégio Paul Fort, em Is-sur-Tille, um vilarejo de cerca de quatro mil habitantes a 25 quilômetros de Dijon, na Borgonha.
Ele lecionou nesse colégio 37 anos dos seus 39 de carreira. Seus alunos foram campeões e vice-campeões do torneio juvenil de atletismo por equipes da França no ano passado.
"Sempre tentei fazer o máximo para todos. Não sou um gênio nem fiz milagres, mas sempre quis fazer o melhor, ressalta o professor de educação física.
Alunos homenageiam Alain Donnat em seu último diaDireito de imagemMURIEL DONNAT
Image captionPara Alain Donnat é preciso trabalhar 'a partir do que o aluno sabe fazer', pois assim ele terá 'confiança para avançar'
Donnat acredita que a reação dos alunos é ao fato de ele sempre dter dado atenção a todos, independentemente dos resultados
"Meu objetivo sempre foi que todos progridam, suscitando o entusiasmo. Quis obter coisas positivas em vez de me concentrar no que era negativo. A partir do que um aluno sabe fazer, ele terá confiança para avançar e se ultrapassar", ressalta.
Um ex-aluno diz, na página do Facebook da mulher do professor, que "ele faz parte desses raros professores que sublimam a juventude. Além de ensinar sua disciplina, ele me deu belas lições de vida."
A homenagem emblemática recebida por ele é algo bem incomum na França, país onde os professores se sentem ainda menos valorizados do que no Brasil, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Apenas 4,9% dos professores franceses acreditam que sua profissão é valorizada pela sociedade. No Brasil, esse índice é de 12,6%. A média mundial é de 31% e também pode ser considerada baixa.
Os dados fazem parte do último estudo "Talis" da OCDE, de 2014, realizado com mais de 100 mil professores em 34 países.
E além da percepção de baixa valorização de sua profissão, muitos professores ainda tem de lidar com a violência de alunos e pais.
Alain Donnat passa pelo corredor de aplausosDireito de imagemMURIEL DONNAT
Image captionHomenagem foi organizada pelos cerca de 700 alunos da escola na Borgonha
Casos de professores esfaqueados, agredidos ou mesmo espancados em plena sala de aula ganharam destaques nos jornais em anos recentes.
A homenagem a Donnat contrasta com essa realidade no país.
Ele se aposentou oficialmente, mas continuará treinando, por prazer e sem salário, equipes de seu colégio até junho.
Reportagem de Daniela Fernandes, de Paris para a BBC Brasil

SELETIVOS EM VARIAS CIDADES NO MARANHÃO

EMPREGO Sesi e Senai oferecem 22 vagas profissionais no Maranhão As oportunidades são para pessoas de São Luís, Imperatriz, Açailândia, B...