RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

19/01/2017

3º AULA DO CURSO EDPOPSUS EM ESPERANTINÓPOLIS

NOSSO CURSO HOJE FOI MUITO DINÂMICO HOJE, POIS CONHECEMOS UM POUCO DA HISTORIA DE  Paulo Reglus Neves Freire, ou somente Paulo Freire (Recife, 19 de setembro de 1921.

 São Paulo, 2 de maio de 1997), foi um educador, pedagogo e filósofo brasileiro. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial,[1]tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. É também o Patrono da Educação Brasileira.
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de Pedagogia do Oprimido, livro que propõe um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais tradicionais da educação, sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático. Desta maneira todos teriam acesso à capacitação. Freire foi influenciado pelo personalismo, marxismo e catolicismo. Inicialmente ele adota um pensamento personalista até uma proposição que dialoga com o marxismo. Sob a influência personalista, a liberdade para Freire é definida como o ligar-se ao Criador. Todavia, o exílio aproxima Freire do marxismo ocidental, e sua ideia tradicional de ligação-individual com o Criador é substituída pela ideia de que a ligação indivíduo-Criador tem que ser necessariamente mediatizada pelo coletivo dos homens.










































Discreto' e 'técnico', Teori ficou no centro do fogo cruzado com a Lava Jato

'Discreto' e 'técnico', Teori ficou no centro do fogo cruzado com a Lava Jato


Teori ZavasckiDireito de imagemSTF
Image captionMinistro foi responsável por decisões comemoravas por apoiadores e contrários ao governo do PT durante a Lava Jato
Relator dos processos ligados à operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Albino Zavascki, de 68 anos, era conhecido como "discreto" e "independente".
Zavascki foi nomeado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012, assumindo a vaga do ex-ministro Cezar Peluso em meio ao julgamento do "mensalão".
Em 2015 e 2016, foi responsável por alguns dos desdobramentos mais importantes da operação Lava Jato.
Elogiado por seus pares, que destacam seu perfil "técnico", o catarinense de Faxinal dos Guedes fez carreira pública no Estado vizinho, o Rio Grande do Sul, e chegou a ser advogado do Banco Central.
"Zavascki é um ministro de reconhecida competência e independência. Sempre teve uma atuação muito segura e costuma ser sensível às manifestações tanto da acusação quanto da defesa. Muitas vezes é duro, mas sempre prezando pela imparcialidade, pressuposto indispensável à atividade jurisdicional", afirmou à BBC em 2015 o advogado Nabor Bulhões, um dos que desfrutam de melhor trânsito no STF.
O ministro também era conhecido por ser minucioso em questões processuais. ''Espero que todos os bons momentos apaguem minha fama de apontador ou cobrador das pequenas coisas'', brincou, ao se despedir da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça e tomar posse no STF, há cinco anos.
Um dia antes do acidente em Paraty, o ministro e sua equipe haviam dado início à análise dos acordos de delação premiada dos executivos da Odebrecht, em meio ao recesso da Suprema Corte.
Até dezembro, ele havia julgado 102 ações cautelares ajuizadas pelo Ministério Público Federal no âmbito da Lava Jato, entre pedidos de prisões preventivas, buscas e apreensões, além de quebras de sigilo bancário, fiscal ou telefônico.

Decisões

Católico não praticante, descendente de poloneses e italianos, Zavascki, que sempre primou pela discrição, precisou a aprender a lidar, a duras penas, com a repercussão de suas decisões junto à opinião pública.
Joaquim Falcão, professor de Direito da FGV-RJ, chegou a definir o catarinense comoum "contraponto a outros ministros da casa, que preferem os holofotes".
No entanto, os holofotes o perseguiram durante o trabalho no STF.
Zavascki foi nomeado ao cargo na mais alta corte do país em pleno julgamento da ação penal 470, mais conhecida como "mensalão", da qual não participou, mas deu voto favorável aos réus quando o plenário do STF discutiu os chamados "embargos infringentes" - recurso exclusivo da defesa interposto quando não há unanimidade na decisão colegiada.
A decisão de Zavascki, que optou por absolvê-los do crime de formação de quadrilha, acabou por reduzir a pena de alguns dos envolvidos, como o ex-ministro José Dirceu, que se livrou do regime fechado.
Desde então, suas decisões foram comemoradas, alternadamente, por grupos favoráveis e contrários ao governo Dilma e ao PT.
Em março de 2015, ele autorizou a abertura de inquérito para investigar 47 políticos suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras, a pedido do procurador-geral da República Rodrigo Janot.
Meses depois, Zavascki autorizou a prisão do senador Delcídio do Amaral, o primeiro político a ser preso no âmbito da Lava Jato durante o mandato, e homologou sua delação premiada.
Em 2016, o ministro determinou que todas as investigações da Lava Jato envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff e outros políticos com foro privilegiado deveriam ser remetidas ao STF - em meio à polêmica da divulgação de ligações telefônicas interceptadas entre Lula e outros membros do alto escalão do PT, incluindo a ex-presidente.
Zavascki também acatou ao pedido de Janot para a suspensão do então deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara dos Deputados, e negou o pedido do governo para anular o processo de impeachment de Dilma, o que permitiu que o Senado votasse pelo afastamento da presidente.
Bandeira do GrêmioDireito de imagemASCOM GREMIO
Image captionMinistro gostava de despachar ouvindo música clássica e era fanático pelo Grêmio
Em junho de 2016 ele determinou que a investigação envolvendo Lula fosse devolvida ao juiz Sergio Moro, mas que as interceptações telefônicas divulgadas pelo juiz do Paraná deveriam ser anuladas enquanto provas, por considerá-las ilegais.
No mesmo mês, ele negou os pedidos de prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney, feitos por Janot.
"Desde que meu pai se tornou ministro do STF, a carga de trabalho aumentou e cresceu também a preocupação com a segurança. Por essa razão, ele vem cada vez mais restringindo suas saídas", disse à BBC Brasil seu filho Francisco Zavascki, em 2015.
"Nunca passamos por nenhum constrangimento público juntos, mas toda vez que meu pai toma uma decisão polêmica, vez ou outra, sou alvo de xingamentos em minha página no Facebook."

Família e futebol

Doutor em Direito Processual Civil, Zavascki veio de uma família de sete irmãos.
Estudou em um internato em Chapecó (SC) e formou-se em Direito em 1972, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde fez mestrado e doutorado. Também foi professor da Universidade de Brasília (UnB).
Pai de três filhos ─ o infectologista Alexandre e os advogados Liliana e Francisco ─ e avô de cinco netos, Zavascki costuma despachar ao som de música clássica.
Ele era viúvo da segunda mulher, a juíza federal Maria Helena Marques de Castro Zavascki, que morreu de câncer em 2013.
Segundo Francisco Zavascki, seu gosto pelo trabalho só não era maior do que o fanatismo pelo Grêmio, clube do qual era membro conselheiro.

CURSO DO EDPOPSUS DEPOIMENTOS

morre em acidente de avião em Parat, Teori Zavascki, ministro do STF

Teori Zavascki, ministro do STF, morre em acidente de avião em Paraty, diz filho

  • Há 9 minutos
Teori ZavasckiDireito de imagemSTF
O ministro Teori Zavascki, relator dos casos relacionados à operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), morreu em um acidente de avião ocorrido no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro.
Teori e outras três pessoas estavam em um bimotor modelo King Air C90, fabricado pela americana Beechcraft, que saiu de São Paulo com destino a Angra dos Reis (RJ).
Antes da confirmação da morte, um dos filhos do ministro, Francisco Zavascki, havia dito à BBC Brasil que a família esperava por um milagre.
"Ele estava a bordo e estamos torcendo por um milagre", disse ele, que também havia pedido orações no Facebook.
Postagem do filho do ministroDireito de imagemFACEBOOK
"Caros amigos, acabamos de receber a confirmação de que o pai faleceu! Muito obrigado a todos pela força!", afirmou na rede social após a confirmação.
À BBC Brasil, o ministro do STF Gilmar Mendes, que está de férias em Portugal, afirmou ainda não ter condições de comentar a morte. "Não tem a menor condição, não era só o meu colega, era o meu amigo", disse.
Responsável pelos casos relacionados ao maior escândalo de corrupção da história recente do país, Zavascki estava concentrado nos últimos meses nas delações da empreiteira Odebrecht, a maior do país.
Ministro desde 2012, era conhecido pela discrição mesmo nos momentos em que esteve no centro do noticiário.

A aeronave

A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.
Integrantes da Marinha e do Corpo de Bombeiros prestam assistência no local.
O avião que caiu em Paraty tem capacidade para oito passageiros, segundo a Força Aérea Brasileira.
A FAB afirmou ainda que a aeronave decolou às 13h01 do Campo de Marte em São Paulo.
Às 14h05, o Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico foi informado do desaparecimento do avião.
A aeronave caiu no mar, próximo à cidade de Paraty, no Rio de Janeiro.
Uma equipe de peritos do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos está a caminho do local.
Com reportagem de Felipe Souza, Néli Pereira, Paula Reverbel e Luis Kawaguti, da BBC Brasil em São Paulo

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