RUA 7 DE SETEMBRO, SÃO ROBERTO-MA

31/01/2017

Fiocruz diz que é praticamente impossível erradicar o Aedes


SAÚDE

Presidente da Fiocruz diz que é praticamente impossível erradicar o Aedes

  • “O combate ao Aedes talvez seja o maior desafio da saúde pública", disse Nísia.
O Aedes aegypti é mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e também da febre amarela.
O Aedes aegypti é mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e também da febre amarela. - Foto: Reprodução
RIO DE JANEIRO - A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, disse nesta terça-feira (31) que atualmente é praticamente impossível erradicar o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e também da febre amarela.
“O combate ao Aedes talvez seja o maior desafio da saúde pública, afinal, existe uma série de fatores que deveriam ser realizados para que esse combate fosse de fato eficiente e acabasse com o vetor dessas doenças. Hoje é praticamente impossível acabar com ele”, disse Nísia durante seminário sobre a febre amarela e o monitoramento de primatas em território fluminense, realizada na própria fundação, em Manguinhos, zona norte da cidade.
“Por isso estamos aqui falando de controle de endemias, políticas sistemáticas de monitoramento, etc. O verão é a ocasião perfeita para a reprodução desse inseto, mas o combate tem que ser o ano inteiro, monitorando a saúde como uma só, tanto de seres humanos como de animais, já que os macacos fazem parte do ciclo silvestre da febre amarela”, completou.
Com relação à febre amarela, Nísia buscou tranquilizar a população. “É importante salientar que o cenário não é de desespero. Temos vacina suficiente para aplicarmos naqueles que necessitam, e os que não precisam, peço que, por favor, não façam uso da medicação, pois estarão retirando do público-alvo”, destacou.
O subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado do Rio, Alexandre Chieppe, reforçou o pedido da presidente da Fiocruz para o uso consciente da vacina e fez questão de ressaltar ao povo fluminense que, hoje, o Rio de Janeiro é um estado sem quaisquer indícios da febre amarela.
“O povo do Estado do Rio pode ficar tranquilo quanto a isso. Claro que estamos alertas, afinal, um dos nossos estados vizinhos está passando por um surto da doença, mas no nosso não existe nenhum indício da febre amarela”, destacou.
“O que estamos realizando são ações de prevenção, como um cinturão de vacinas em cidades que ficam na divisa com Minas Gerais, e oferecendo a medicação para aqueles que viajarão, com um prazo de dez dias de antecedência, para Minas. Temos vacinas o suficiente para dar conta de toda essa demanda, contanto que a sociedade colabore e não vá ao posto de saúde procurando se vacinar sem necessidade”.

porcos e antibióticos e a ameaça das superbactérias

O que as criações de porcos revelam sobre os antibióticos e a ameaça das superbactérias

ArrozaisDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionEm meio aos arrozais da província chinesa de Jiangsu, pequenas fazendas de porcos podem estar contaminando as águas com superbactérias
Em uma fazenda de porcos em ruínas perto de Wuxi, na província chinesa de Jiangsu, um estrangeiro desce de um táxi. A família que mora ali se surpreende: sua pequena propriedade fica no fim de uma estrada acidentada em meio a arrozais. Logo, raramente chegam estrangeiros em táxis pedindo licença para usar o banheiro.
O estrangeiro era o ativista inglês Philip Lymbery, diretor da organização não governamental Compassion in World Farming (Compaixão na Produção Pecuária Mundial, em inglês).
Ele não tinha ido até lá para criticá-los por causa das condições em que vivem seus porcos - embora elas fossem deprimentes -, mas para investigar a contaminação das águas de Jiangsu.
Os animais estão apertados em jaulas, sem espaço para se movimentar. E as condições de vida da família não são muito melhores: o banheiro, descobre o visitante, é um buraco no chão, entre a casa e o chiqueiro.
Porcos enjauladosDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionEm muitos lugares, porcos vivem em jaulas sujas e apertadas e recebem muitos antibióticos

Um monte de seringas

Lymbery está na região para investigar se as fezes dos porcos estão contaminando a água.
Ele tentou visitar grandes fazendas comerciais na vizinhança, mas não foi recebido. Por isso, foi a uma fazenda familiar em busca de acesso.
A fazendeira aceita conversar com ele. Confirma que joga os detritos no rio e saber que não deveria fazer isso, mas revela que não enfrenta problemas, pois basta subornar um funcionário local.
Porquinho com comprimidosDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionUso indiscriminado de substâncias está diretamente relacionado à busca do lucro rápido, segundo os analistas
Uma coisa chama a atenção de Lymbery: uma pilha de seringas.
São antibióticos. Foram receitados por um veterinário?
Não, explica a fazendeira, não é preciso receita para comprá-los.
Além disso, os veterinários cobram muito caro e os antibióticos custam barato. Por isso, ela dá injeções frequentes nos porcos para evitar as doenças e não ter que chamar os profissionais.
Ela não é a única a fazer isso. As condições das fazendas de criação intensiva - apertadas e imundas - são um caldo de cultura de doenças, que pequenas doses frequentes de antibiótico podem ajudar a controlar.
E os antibióticos engordam os animais.
Os cientistas estão estudando os micróbios dos intestinos deles para entender o porquê, mas os fazendeiros não precisam de uma razão: sabem que vão ganhar mais dinheiro se seus animais forem mais gordos.
Armadilha com remédiosDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionOs homens sofrem as consequências de armadilhas que eles mesmos criaram aos desenvolverem os antibióticos
Não é de se estranhar então que mais animais saudáveis do que doentes recebam injeções de antibióticos em todo o mundo.
Os analistas calculam que nas grandes economias emergentes, onde o consumo de carne está crescendo com o aumento dos salários, o uso de antibióticos na agricultura deve dobrar em 20 anos.

Bactérias resistentes

O uso generalizado de antibióticos desnecessários não se limita à agricultura.
Muitos médicos são responsáveis por isso também e deveriam estar conscientes dos danos que causam, assim como os órgãos reguladores que permitem que antibióticos sejam comprados sem receita.
Mas as bactérias não se importam com culpa. Elas estão mais ocupadas desenvolvendo resistência às drogas, enquanto os especialistas em saúde pública temem que estejamos à beira de uma era pós-antibiótica.
SuperbactériaDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionAs bactérias criam resistência aos antibióticos
Um estudo recente calculou que até o ano 2050 os organismos resistentes às medicações vão matar 10 milhões de pessoas por ano - mais que o número atual de vítimas anuais de câncer.
É difícil calcular o custo dos antibióticos que se tornam inúteis, mas o estudo fez uma conta e chegou a US$ 100 bilhões (R$ 314 bilhões).
Diante dessas informações, poderíamos imaginar que estamos fazendo o possível para evitar que os antibióticos percam o poder de salvar vidas.
Mas infelizmente não é o que vem acontecendo.

Os perigos do egoísmo

Em 1945, enquanto a penicilina - o primeiro antibiótico produzido em massa - saía em grandes quantidades dos laboratórios farmacêuticos, seu descobridor, Alexander Fleming, fazia uma advertência.
Na cerimônia em que recebeu o Prêmio Nobel de Medicina - dividido com Ernst Boris Chain e Howard Walter Florey -, o cientista escocês disse temer que uma "pessoa ignorante" usasse doses muito pequenas da droga para começar a criar bactérias resistentes aos medicamentos.
Mas o problema não foi a ignorância: desde o começo sabíamos dos riscos e os ignoramos por interesse próprio.
Xícara com comprimidosDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionExagero no uso de antibióticos é uma maneira de criar bactérias resistentes
Vamos imaginar que estamos doentes. Talvez o mal seja um vírus, o que significa que é inútil tomar antibióticos. E mesmo se a causa é uma bactéria, é provável que se possa melhorar sem ajuda.
Mas se há alguma possibilidade de acelerar a recuperação, isso nos incentiva a tomá-los.
Vamos supor então que tenhamos uma fazenda de porcos. Dar pequenas doses de antibióticos rotineiramente aos animais é a forma perfeita de cultivar bactérias resistentes, as superbactérias.
Mas isso não é problema nosso: o único interesse é ganhar mais dinheiro.
Este é um exemplo clássico do que se conhece como "tragédia dos comuns", uma situação em que indivíduos motivados pelo interesse pessoal agem racionalmente, mas acabam provocando um desastre coletivo que esgota algum recurso comum.
O conceito foi popularizado pelo ecologista Garrett Hardin no ensaio The Tragedy of the Commons (A Tragédia dos Comuns, em inglês), publicado em 1968 na revista Science.
Cápsula com mundinhosDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionEquação entre criação de remédios e lucros da indústria farmacêutica é complicada
Até a década de 1970, os cientistas continuaram descobrindo novos antibióticos. Quando uma bactéria desenvolvia resistência a um deles, podia-se introduzir outro.
Essa fonte se esgotou. Mas ainda é possível que sejam criados novos medicamentos - investigadores estão explorando uma técnica promissora para encontrar componentes antimicrobianos na terra.
Mais uma vez, tudo depende de interesses. O mundo precisa de novos antibióticos, que sejam guardados e usados nas piores emergências.
Mas um produto que não é usado não vai produzir as quantias de dinheiro que a indústria farmacêutica está acostumada a faturar.

Exemplo da Dinamarca

É preciso descobrir incentivos para que se continue a fazer mais pesquisas. E também repensar de forma mais inteligente os sistemas de regulação.
Neste sentido, a Dinamarca mostrou o caminho: seu bacon é mundialmente famoso e o uso de antibióticos nos porcos é severamente controlado no país.
baconDireito de imagemPIXABAY
Image captionBacon da Dinamarca é mundialmente famoso - e não contém antibióticos
Um dos pontos fundamentais foi melhorar outras regulações para fazer com que as condições de vida dos animais sejam melhores. Há mais espaço e asseio, logo, menos doenças.
Estudos recentes indicam que quando os animais vivem nessas condições, as doses rotineiras de antibióticos não têm muito impacto no seu crescimento.
As intenções da fazendeira chinesa de Wuxi eram boas. Claro que ela não sabia o que o uso excessivo de antibióticos causava. E mesmo que soubesse, enfrentaria um dilema diante do incentivo econômico para usá-los.
Mas isso tem que mudar, afirmam os especialistas

Estágio 2017

Estágio 2017: inscrições ocorrem entre os dias 23 de janeiro e 17 de fevereiro para seletivo no TRE-

O objetivo é selecionar estudantes para estágio de complementação educacional a ser realizado no TRE-MA


Imagem: Divulgaçãoxxx(Imagem:Divulgação)
  Estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva nos cursos de graduação de níveis superior de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Informática (cursos de nível superior na área de TI), Ciências Contábeis, Design, Direito, Engenharia Civil, Jornalismo e Publicidade e Propaganda e médio de técnico em Eletrônica, Informática, Eletrotécnica e Administração podem se inscrever em processo seletivo de estágio para o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.
As inscrições ocorrem a partir das 9h do dia 23 de janeiro até às 18h do dia 17 de fevereiro de 2017 no endereço eletrônico www.superestagios.com.br.
O objetivo é selecionar estudantes para estágio de complementação educacional a ser realizado no TRE-MA em atividades compatíveis com o tipo de formação acadêmica, possibilitando vivência, na prática, de conhecimentos teóricos. No entanto, o estagiário não poderá pertencer a diretório de partido político ou exercer atividades partidárias.
Importante destacar que o estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza com o Regional nem com o agente de integração e sua realização dar-se-á mediante Termo de Compromisso celebrado entre o estudante, a instituição de ensino e o Tribunal, por um período de 6 meses prorrogável a critério das partes pelo prazo máximo de até 2 anos.
O valor mensal da bolsa de estágio equivalerá ao do salário mínimo vigente e o estagiário receberá ainda auxílio transporte que deverá ser utilizado para custear despesas com deslocamento entre residência e TRE-MA na estrita quantidade de dias úteis previstos em cada mês. Também para efeito do cálculo da bolsa de estágio será considerada a frequência mensal do estagiário, deduzindo-se os dias de ausências não justificadas.
A carga horária do estágio será de 20 horas semanais distribuídas em jornadas de 4 horas diárias realizada, em regra, no período vespertino, de segunda a sexta-feira.
Quem pode participar
Poderá participar do estágio o estudante de nível superior que tenha cursado, no mínimo, 50% dos créditos obrigatórios do respectivo curso e tenha coeficiente de rendimento igual ou superior a 7. Para estudante de ensino profissionalizante de nível técnico regular será exigida a idade mínima de 16 anos e que já tenha concluído, no mínimo, 50% da carga horária total do curso.
Para os cursos de graduação de nível superior e para os de nível técnico serão formados cadastros de reservas para ingresso no quadro de estagiários do TRE-MA assim que surgirem vagas durante o prazo de vigência da presente seleção, sendo asseguradas 5% das vagas para estagiários portadores de deficiência, os quais deverão declarar essa condição no ato da inscrição.
Processo Seletivo 
O processo seletivo será composto de prova objetiva, contendo 30 questões de múltipla escolha, sendo 15 de Língua Portuguesa e 15 de Conhecimentos Gerais. Cada questão terá 5 alternativas de resposta, sendo apenas uma correta, cujo acerto corresponderá a 1 ponto.
Será adotada, como critério de desempate, a atribuição de 1 por cada atuação como mesário em eleição ou a cada 100 horas de participação em cursos, palestras ou congressos, que tenham afinidade com o curso do candidato ao estágio, devendo o candidato enviar comprovante para o e-mail selecao@superestagios.com.br até o dia 17 de fevereiro de 2017 as 18h.
A prova objetiva será realizada no dia 12 de março de 2017, entre das 9h às 12h, de acordo com o que prevê o cronograma do processo. Para esclarecimentos de dúvidas, os candidatos poderão em contato pelo e-mail selecao@superestagios.com.br ou pelo chat online no portal da Super Estágios.
Conteúdo programático (todos os níveis)
Língua Portuguesa: Interpretação de texto; Textualidade e estilo; Norma culta e variantes; Coesão e coerência; Denotação e conotação; Figuras de linguagem; Vícios de linguagem; Fonética e fonologia: ortografia; acentuação gráfica; crase; Morfologia: classes de palavras e suas flexões; Sintaxe: pontuação; regência verbal e nominal; colocação pronominal; Correspondência administrativa: declaração, requerimento, memorando, ofício, portaria, relatório, ata e demais tipos de comunicação administrativa.
Conhecimentos Gerais: Aspectos geográficos, históricos, culturais, turísticos e econômicos do Estado do Maranhão; Lei do Estágio – Lei federal n. 11.788 de 25/9/2008; Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão; Conhecimentos marcantes do cenário cultural, político, científico, econômico e social no Brasil e no mundo; Análise dos principais conflitos nacionais e mundiais. Assuntos de interesse geral - nacional ou internacional - amplamente veiculados, nos últimos 12 meses, pela imprensa falada, escrita ou televisiva, de circulação nacional ou local. (Fonte da Legislação: internet; site do TRE- MA; site do Ministério do Trabalho). Fonte: Ascom/TRE -MA

comidas que melhoram mais a flora intestinal

Teste indica as comidas que melhoram mais a flora intestinal

Michael Mosley
Image captionMédico e apresentador Michael Mosley fez experiência para checar o poder dos probióticos
A sua dieta pode melhorar a sua flora intestinal? O médico e apresentador Michael Mosley, pesquisou quais alimentos e bebidas podem fazer mais diferença para o seu intestino.
O microbioma intestinal - a variada comunidade de bactérias que vivem em nossos intestinos - é um assunto popular no momento.
Quase todos os dias vemos notícias alegando que a flora intestinal pode influenciar nossa saúde de formas novas e surpreendentes, seja afetando nosso peso, humor ou capacidade de resistir a doenças.
E, devido à explosão no interesse pelo nosso ecossistema interno, as prateleiras de supermercados e farmácias agora contam com uma variedade de produtos probióticos - contendo bactérias vivas e leveduras - que alegam conseguir melhorar o microbioma intestinal.
Mas isso é realmente possível?
Para descobrir, o programa Trust Me, I'm a Doctor fez uma experiência na Escócia, na cidade de Inverness, com ajuda do serviço público de saúde local, 30 voluntários e cientistas de vários cantos do país.
Dividimos nossos voluntários em três grupos e, durante quatro semanas, pedimos a cada grupo para tentar uma abordagem diferente para tentar melhorar a flora intestinal.
O primeiro grupo consumiu uma bebida probiótica comprada em supermercados. Estas bebidas geralmente têm uma ou duas espécies de bactérias que podem sobreviver à passagem pelos poderosos ácidos de nosso estômago e se instalar nos intestinos.
O segundo grupo tentou um bebida fermentada tradicional chamada kefir, que tem muitas bactérias e leveduras.
Já o terceiro grupo consumiu alimentos ricos em uma fibra prebiótica chamada inulina. Os prebióticos são substâncias que alimentam as boas bactérias que já moram em nossos intestinos e a inulina pode ser encontrada na alcachofra-de-jerusalém (raiz também conhecida como tupinambor), raíz de chicória, cebolas, alho e alho-poró.

Descobertas

LactobacillusDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionLactobacilos são benéficas para a saúde geral do intestino e que podem ajudar em problemas como diarreia e intolerância à lactose
O que descobrimos em nosso estudo foi fascinante. O grupo que consumiu a bebida probiótica teve uma pequena mudança em um tipo de bactéria que se sabe ser boa para manutenção do peso, a Lachnospiraceae. No entanto, esta mudança não teve importância estatística.
Mas os outros dois grupos apresentaram mudanças significativas. O grupo que consumiu alimentos ricos em fibra prebiótica teve um aumento no tipo de bactéria boa para a saúde geral dos intestinos - resultado semelhante ao de outros estudos.
No entanto, a maior mudança ocorreu no grupo que consumiu a bebida fermentada (feita com leite) kefir.
Estes voluntários tiveram um aumento em uma família de bactérias chamada Lactobacillales. Sabemos que algumas destas bactérias são boas para a saúde geral do intestino e que podem ajudar em problemas como diarreia e intolerância à lactose.
"Alimentos fermentados, devido à sua natureza, são muito ácidos e então estes micróbios precisaram evoluir para lidar com este tipo de ambientes. Eles sobrevivem naturalmente em ácido", disse Paul Cotter, do Centro de Pesquisa Teagasc, em Cork, que ajudou na análise.
"Isto os ajuda a passar pelo estômago para que elas possam ter uma influência mais abaixo, no intestino."

Teste em laboratório

Alcachofra de JerusalémDireito de imagemISTOCK
Image captionA alcachofra-de-jerusalém é rica em fibras prebióticas
Então decidimos investigar mais os alimentos e bebidas fermentadas - queríamos saber no que estar de olho ao escolher produtos desse tipo.
Com a ajuda de Cotter e dos cientistas da Universidade de Roehampton, selecionamos várias bebidas fermentadas de supermercados ou farmácias e bebidas fermentadas feitas em casa. Elas foram enviadas para testes em laboratórios.
Depois dos testes constatamos algumas diferenças marcantes entre estes produtos.
Os alimentos mais caseiros e produtos feitos com métodos mais tradicionais tinham uma variedade maior de bactérias, enquanto que alguns dos produtos comerciais tinham pouquíssimas bactérias.
"Tipicamente, as variedades comerciais passam por pasteurização depois do preparo para garantir sua segurança e aumentar o prazo de validade, o que pode matar as bactérias, e esse não é o caso com os produtos caseiros", disse Cotter.
Bebida kefirDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionO grupo que apresentou uma mudança maior foi o que consumiu a bebida kefir
Então, se você quer usar alimentos fermentados para melhorar a saúde de seus intestinos, é melhor procurar por produtos que tenham sido feitos usando métodos tradicionais de preparo e processamento.
Outra boa dica é fazer os produtos você mesmo.

Padre Raílson sofre acidente em Paulo Ramos


Padre Raílson sofre acidente em Paulo Ramos


Padre Raílson 
Por volta de 1 hora da madrugada desta terça-feira, o Padre Raílson, Pároco de Paulo Ramos (MA) sofreu um grave acidente, quando estava chegando à cidade. O acidente ocorreu perto do Posto de Combustível Machado. O Padre voltava de Pedreira, segundo informações, em alta velocidade; ao desviar de um jumento, perdeu o controle do veículo, o carro rodou na pista e bateu em um pequeno muro próximo ao posto.

O Padre foi socorrido e depois encaminhado à Bacabal para realizar exame de tomografia.   

Padre Raílson é natural de Pedreiras. Os pais moram no Bairro Goiabal. A mãe dele, dona Toinha, atua na Pastora da Criança. Ele tem 13 anos de sacerdócio e 5 anos que está a frente da Paróquia de Paulo Ramos. 



SELETIVOS EM VARIAS CIDADES NO MARANHÃO

EMPREGO Sesi e Senai oferecem 22 vagas profissionais no Maranhão As oportunidades são para pessoas de São Luís, Imperatriz, Açailândia, B...